ATLAS LINGUÍSTICOS DE COMUNIDADES TRADICIONAIS DE PERNAMBUCO: DOS CAMINHOS METODOLÓGICOS À SÍNTESE DOS RESULTADOS
DOI:
https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.13629Palavras-chave:
Atlas linguísticos, Comunidades tradicionais, Metodologia, ResultadosResumo
Este artigo tem o intuito de apresentar os atlas linguísticos construídos sobre o falar pernambucano registrado em comunidades tradicionais, discutindo sua metodologia de coleta de dados, abrangência geográfica e principais resultados que visam contribuir com a diversidade linguística brasileira. Cronologicamente o estado já conta com nove atlas linguísticos, a começar pelo que descreveu a variação na Zona da Mata Sul, passando pelo atlas estadual e por outros trabalhos de pequeno domínio que envolveram a zonas urbana e rural até alcançar as comunidades quilombolas e indígenas, pertencentes aos grupos tradicionais. Esses grupos que, hoje, lutam pelo reconhecimento de seus territórios e direitos não são meros resquícios de um passado distante, mas constituem a prova de resiliência de seus ancestrais, materializada através da língua. Assim, no âmbito dessa descrição, serão divulgados fenômenos fonéticos e lexicais cujo conhecimento permite refletir sobre a constituição étnica de Pernambuco resultante de batalhas históricas onde a opressão e a resistência caminharam lado a lado.
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