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Na América Latina, a Política Exterior Feminista começa em casa

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DOI:

https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.16787

Palavras-chave:

política exterior feminista, enfoque de gênero, México, Chile, Colombia

Resumo

A etiqueta Política Exterior Feminista (PEF) começou a ser usada primeiro no Norte global e posteriormente na América Latina, onde foi adotada por Estados que já tinham incorporado o enfoque de gênero nas suas políticas externas. A diferença das políticas externas com enfoque de gênero (incluídas as PEF) do Norte global, nas quais a difusão de ideias e recursos tende a ser unidirecional e assimétrica, do Norte ao Sul, as latino-americanas são usadas em grande medida como ferramentas de promoção da igualdade de gênero nas próprias comunidades nacionais e são sensíveis às demandas feministas locais. Defendo esse argumento a partir do exame das propostas das três PEF latino-americanas: as de México, Chile e Colômbia.

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Biografia do Autor

Mónica Salomón, Universidade Federal de Santa Catarina

Doctora en Ciencia Política y de la Administración por la Universitat Autònoma de Barcelona. Profesora asociada en el Departamento de Economía y Relaciones Internacionales de la Universidade Federal de Santa Catarina. Coordena el Programa de Postgrado en Relaciones Internacionales en el bienio 2024-2026. Lidera el Núcleo de Estudos de Gênero na Política Externa e Internacional (Negpei). Es miembro del Instituto de Estudos de Gênero da UFSC, actuando como coordenadora de Enseñanza y Cursos.

Enviado

04/07/2026

Postado

07/07/2026

Como Citar

Na América Latina, a Política Exterior Feminista começa em casa. (2026). Em SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.16787

Série

Ciências Humanas

Plaudit

Declaração de dados

  • Os dados de pesquisa estão contidos no próprio manuscrito