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AUTOEFICÁCIA, AUTOAVALIAÇÃO DA SAÚDE E PREVALÊNCIA DE ALTERAÇÕES FÍSICAS, EMOCIONAIS, COGNITIVAS E COMPORTAMENTAIS EM PROFESSORES

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DOI:

https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.9515

Palavras-chave:

autoeficácia, saúde docente, saúde mental, comportamento, sars-cov-2

Resumo

O presente estudo teve como objetivo analisar a relação entre a autoavaliação da saúde e a prevalência dos sintomas físicos, cognitivos, emocionais e comportamentais com os níveis de autoeficácia em professores brasileiros durante a pandemia da Covid-19. Realizou-se uma pesquisa de levantamento, de cunho quantitativo, exploratório, descritivo, transversal e inferencial. A análise dos dados foi feita a partir de análise descritiva, Teste t de Student, Teste Mann-Whitney, Correlação de Spearman, Análise de
regressão linear simples e múltipla. Participaram do estudo 313 professores brasileiros que estavam lecionando durante a pandemia da Covid-19. Os resultados mostraram que as médias de autoeficácia foram estatisticamente menores nos professores com uma autoavaliação negativa da própria saúde em relação aos que se autoavaliaram positivamente. A análise de regressão linear simples apontou a autoavaliação da saúde como uma variável explicativa da autoeficácia (p <0,05). As alterações emocionais, cognitivas, físicas e comportamentais mais frequentes estiveram significativa e negativamente associadas às crenças de autoeficácia dos professores (p <0,05). No modelo de regressão múltipla desenvolvido
apenas a ansiedade explicou de forma significativa a autoeficácia dos professores. Conclui-se que variáveis
como autoavaliação da saúde e alterações emocionais, como a ansiedade explicam os níveis de autoeficácia dos professores, sendo, portanto, fundamental o desenvolvimento de políticas públicas que promovam e desenvolvam as crenças de autoeficácia, bem como a saúde integral do professor.

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Biografia do Autor

Erika Cristina de Carvalho Silva Pereira, Universidade do Estado do Pará

Doutora e Mestra em Educação pela Universidade FEderal do Pará (UFPA). Professora Assistente do quadro efetivo da Universidade do Estado do Pará (UEPA). Especialista em Psicopedagogia Clínica e Institucional com Docência no Ensino Superior pela FAEME (2015). Especialista em Pedagogia da Cultura Corporal pela Universidade do Estado do Pará (2018). Especialista em MBA em Gestão Escolar pela Universidade de São Paulo (2018). Graduada em Educação Física pela Universidade Federal do Maranhão (2012). Integrante do Grupo de Pesquisa NEAC (Núcleo de Estudos Aplicados ao Comportamento). Interesse em estudos sobre Trabalho docente, Burnout, Estresse, Saúde docente, Autoeficácia docente, Teoria Social Cognitiva.

Maély Ferreira Holanda Ramos, Universidade do Estado do Pará

Doutora em Teoria e Pesquisa do Comportamento - Psicologia (UFPA - 2015). Realizou pós-doutorado pelo Programa de Pós-Graduação em Teoria e Pesquisa do Comportamento - Psicologia (UFPA). Mestre em Educação pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA - 2010), com graduação em Pedagogia (IDEPA). Atualmente é professora adjunta da UFPA, coordenadora do Programa de Pós-graduação em Segurança Pública (PPGSP -UFPA) e é professora permanente da linha de pesquisa Formação de Professores, Trabalho Docente, Teorias e Práticas Educativas do Programa de Pós-graduação em Educação (PPGED- UFPA). É docente da Faculdade de Educação, do Instituto de Ciências da Educação (ICED- UFPA).Orienta em nível de Mestrado e Doutorado. Coordena o Núcleo de Estudos Aplicados ao Comportamento (NEAC). Foi Vice-diretora da Faculdade de Educação do Instituto de Ciências da Educação (UFPA / 2017 - 2019). É bolsista produtividade - nível 1 - do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; consultora had hoc do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Membro do Conselho Editorial da Editora Acadêmica da Segurança Pública (EDASP). Desenvolve pesquisas relacionadas as seguintes temáticas: Teoria Social Cognitiva; crenças individuais e coletivas de eficácia; satisfação no trabalho; satisfação com a vida; autorregulação; regulação emocional, redes sociais e semânticas, adoecimento (estresse, burnout, ansiedade), desengajamento moral e violência escolar.

Postado

01/08/2024

Como Citar

AUTOEFICÁCIA, AUTOAVALIAÇÃO DA SAÚDE E PREVALÊNCIA DE ALTERAÇÕES FÍSICAS, EMOCIONAIS, COGNITIVAS E COMPORTAMENTAIS EM PROFESSORES. (2024). Em SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.9515

Série

Ciências Sociais Aplicadas

Plaudit

Declaração de dados

  • Os dados de pesquisa estão contidos no próprio manuscrito