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Histórias de cor (-po): representatividade, subjetividade, resistência e educação

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DOI:

https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.2699

Palavras-chave:

Corpos negros femininos, Representatividade, Subjetividade, Resistência, Educação

Resumo

Este texto comunica o resultado de um estudo que produziu reflexões e análises sobre mulheres negras na contemporaneidade. Seu objetivo é analisar a relação existente entre os conceitos de representatividade, subjetividade e resistência a partir das narrativas de jovens mulheres negras. A investigação fez uso de um procedimento metodológico que priorizou acompanhar cinco jovens em uma organização de proteção social. As atividades incluíram observação participante e intervenções na forma de oficinas. Como referencial teórico, a pesquisa esteve vinculada ao campo da sociologia da educação, com destaque para os estudos étnico-raciais. O argumento central do trabalho é o de que corpos negros femininos são um pressuposto político de resistência social ao machismo e ao racismo na sociedade. 

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Biografia do Autor

Frederico Assis Cardoso, Universidade Federal de Minas Gerais/ Professor Adjunto

Formação inicial em História pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-Minas, 2000, Bacharel licenciado) e em Pedagogia pela Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais (FaE/UFMG, 2001. Licenciado). Mestre e Doutor em Educação pelo Programa de Pós-Graduação em Educação da FaE/UFMG (2004; 2013, respectivamente). Possui experiências docentes na Educação Básica (nos ensinos fundamental e médio) como professor do ensino de história em escolas públicas e privadas de Belo Horizonte/MG. Experiências no Ensino Superior como docente no Centro Universitário Fundação Educacional Monsenhor Messias (UNIFEMM, em Sete Lagoas/MG) e no Centro Universitário UNA (em Belo Horizonte/MG). Experiências em instituições privadas em atividades de ensino, pesquisa, extensão, gestão e participação em órgãos colegiados. Foi bolsista do Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (REUNI) em atividades de ensino na FaE/UFMG durante parte de seu doutoramento. Possui experiências nas pós-graduações Lato Sensu e Stricto Sensu em instituições públicas e privadas de ensino. Ex-professor efetivo da Universidade Federal de Viçosa (UFV) e da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP). Atualmente é professor adjunto na FaE/UFMG e ex-coordenador do Setor de Sociologia da Educação (entre março/2018 e julho/2019), membro do Observatório Sociológico Família-Escola (OSFE/FaE/UFMG), professor efetivo do Mestrado Profissional em Educação e Docência (PROMESTRE/FaE/UFMG) e professor colaborador no Mestrado Acadêmico em Educação do Departamento de Educação da Universidade Federal de Viçosa (DPE/UFV). Atualmente, membro do Instituto de Pesquisas e Estudos Feministas (IREF - Institut de Recherches et d'Études Féministes) da Universidade do Québec em Montréal (UQÀM - Université du Québec à Montréal). INTERESSES PROFISSIONAIS no Campo da Educação: Formação de Professores/as (Sociologia da Formação e da Profissão Docente), Sociologia da Educação (Trajetórias Escolares) e Estudos de Gênero, Corpo e Sexualidade (Políticas de Masculinidades; Professores Homens; Homens e Educação).

Postado

03/08/2021

Como Citar

Histórias de cor (-po): representatividade, subjetividade, resistência e educação. (2021). Em SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.2699

Série

Ciências Humanas

Plaudit