REANTROPOFAGIA: REFLEXÕES SOBRE MODERNISMO E COLONIALIDADE NAS ARTES VISUAIS
DOI:
https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.13027Palavras-chave:
Semana de Arte Moderna, memória, antropofagia, cultura indígena, educaçãoResumo
No presente texto temos como objetivo recuperar a discussão acerca da importância histórica da implementação da arte moderna no Brasil, inaugurada oficialmente na “Semana de Arte Moderna de 1922”, e de como artistas indígenas têm interpelado esse movimento no que diz respeito à interpretação de suas memórias ancestrais. Insiste-se que o reconhecimento das artes que expressam e formam parte dessa cultura não pode ser adiado na implementação, já tardia, da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (9.394/96) e da Lei 11.645/08, que regulamentam a obrigatoriedade do ensino de “História e Cultura Afro-Brasileira” e sua inserção nas escolas. Ressalta-se que o reconhecimento dos marcos sociais das memórias históricas e coletivas que formam parte dessa cultura já não pode ser adiado, ou colocado em segundo plano.
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Copyright (c) 2025 Larissa Lacerda Menendez, Lívia Diana Rocha Magalhães, Ana Palmira Bittencourt

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