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REANTROPOFAGIA: REFLEXIONES SOBRE EL MODERNISMO Y LA COLONIALIDAD EN LAS ARTES VISUALES

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DOI:

https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.13027

Keywords:

Semana del arte moderno, memoria, antropofagia, cultura indígena, educación

Resumen

En el presente texto se recupera la discusión sobre la importancia histórica de la implementación del arte moderno en Brasil, inaugurado oficialmente en la “Semana de Arte Moderna de 1922”, y cómo los artistas indígenas han demandado este movimiento en lo que respecta a la interpretación de sus memorias ancestrales. Se insiste en que el reconocimiento de las artes que expresan y forman parte de esta cultura no puede postergar la implementación, ya tardía, de la Ley de Directrices y Bases de la Educación Nacional (9.394/96) y de la Ley 11.645/08, que reglamentan la obligatoriedad de la enseñanza de la “Historia y Cultura Afrobrasileña” y su inclusión en las escuelas. Se destaca que el reconocimiento de los marcos sociales de las memorias históricas y colectivas que forman parte de esta cultura ya no puede ser aplazado ni colocado en segundo plano.

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Biografía del autor/a

Larissa Lacerda Menendez, Universidade Federal do Maranhão

Professora do Departamento de Artes Visuais da Universidade Federal do Maranhão(UFBA) e professora permanente do Programa de Pós-Graduação em Cultura e Sociedade. Coordenadora do Grupo de Estudos Memória, Artes e Etnia (DEARTV/UFMA). É doutora em Ciências Sociais (2011) e mestre em Ciências Sociais (2005) pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. É bacharel em Educação Artística pela FAAP e realizou pós-doutorado no PPGECCO-UFMT pelo programa PNPD-CAPES. Com vasta experiência em Educação, com ênfase em Antropologia e Arte, é autora de "Iconografias do Invisível: A Arte de Feliciano e Luís Lana", publicado pela Annablume em parceria com a FAPESP. Pesquisadora, trabalhou com os povos indígenas Guarani (Estado de São Paulo), os povos Desana e Paumari nas regiões do Rio Negro e Purus, no Amazonas, e com diversas etnias no Mato Grosso. Atualmente, dedica-se ao estudo das artes indígenas dos povos do Maranhão.

Lívia Diana Rocha Magalhães, Universidad Estatal del Sudoeste de Bahía

Doutora em Educação pela Universidade Estadual de Campinas (1999), com estágio na Universidade Complutense de Madri, e Pós-doutorado em Psicologia Social pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), também com estágio na Universidade Complutense de Madri. Atualmente, é professora Titular da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, pesquisadora do Museu Pedagógico, professora do Programa de Pós-Graduação em Memória: Linguagem e Sociedade e professora convidada do CIFEX/USC (Espanha) desde 2005. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Política Educacional, atuando principalmente nos seguintes temas: educação, geração e memória geracional, história e história da educação.

Ana Palmira Bittencourt, Universidad Estatal del Sudoeste de Bahía

Doutora em Educação pela Universidade Federal da Bahia (2002). Professora da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia. Possui experiência em pesquisa com ênfase em Ciências Humanas, com ênfase nos seguintes temas: História, Educação e a Igreja no Brasil Colonial, Estética e Teoria e História da Arte. Pós-doutorado em Educação pela Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP).

Enviado

19/08/2025

Postado

01/09/2025

Cómo citar

REANTROPOFAGIA: REFLEXIONES SOBRE EL MODERNISMO Y LA COLONIALIDAD EN LAS ARTES VISUALES. (2025). In SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.13027

Serie

Educação em Revista

Plaudit

Declaración de datos

  • Los datos de investigación están incluidos en el propio manuscrito