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DOI do preprint publicado https://doi.org/10.1590/es.291552
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SALVEMOS AS CRIANÇAS! AS TECNOLOGIAS DIGITAIS REDIMIDAS PELO “BOM BRINCANTE”

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DOI:

https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.9433

Palavras-chave:

educação, crianças, brincar, tecnologias digitais, redenção

Resumo

Este artigo faz parte de uma pesquisa mais ampla que busca discutir a produção de discursos circulantes na área da Educação, utilizando-se de estudos já publicadas em torno do brincar das crianças com as tecnologias digitais. Neste texto, apesentamos um dos dispositivos que agenciam saberes e práticas educativas da infância, fazendo funcionar uma rede discursiva que conecta saberes, poderes e subjetividades infantis. Trata-se do dispositivo da redenção que aciona diferentes modos de pensar a relação do brincar das crianças com as tecnologias digitais. Assim, Salvemos as crianças! As tecnologias digitais redimidas pelo “bom brincante”, operadas por linhas de força que atravessam o visível e o enunciável, é o forte enunciado pelo qual toma forma e opera efetivamente o dispositivo da redenção. A operação das linhas de força do dispositivo atribui à escola, com suas técnicas disciplinares, um elevado estatuto de saber-fazer acerca do brincar das crianças com as tecnologias digitais, reforçando seu poder de ação. As escolas são convocadas a agenciar saberes e práticas educativas da infância, ondem fazem funcionar mecanismos para o desenvolvimento de habilidades para tornar as crianças gestoras dos potenciais riscos do brincar com as tecnologias digitais. A redenção está ligada ao que a escola pode realizar em relação à criança para alcançar a redenção, assumindo uma perspectiva de promessa e idealização em busca de uma salvação futura.

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Biografia do Autor

Adilson Cristiano Habowski, Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões (URI)

Pós-doutorando no PPGEdu da Universidade La Salle. Doutor e Mestre em Educação pela Universidade La Salle - Canoas/RS. Graduação em Teologia (2017) e Pedagogia (2022); e Especialização em Docência no Ensino Superior (2019). Atualmente é professor colaborador do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões - URI, integrante da Linha de Pesquisa Processos Educativos, Linguagens e Tecnologias.

Paula Corrêa Henning, Universidade Federal do Rio Grande

Possui graduação em Pedagogia pela Universidade Católica de Pelotas (2000), Mestrado em Educação pela Universidade Federal de Pelotas (2003 Bolsista CAPES), Doutorado em Educação pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (2008 Bolsista CAPES) e Pós-Doutorado em Filosofia pela Univeridad de Murcia/Espanha (2017 Estágio Sênior Capes). Atualmente é professora associada IV; pesquisadora do Instituto de Educação, do Programa de Pós-graduação em Educação Ambiental e do Programa de Pós-Graduação Educação em Ciências da Universidade Federal do Rio Grande (FURG). Tem experiência na área de Educação, atuando principalmente nos seguintes temas: Ciências Humanas, Educação Ambiental, Estudos Foucaultianos e Filosofia da Ciência. É editora-chefe da Revista Eletrônica do Mestrado em Educação Ambiental (REMEA), líder do Grupo de Estudos em Educação, Cultura, Ambiente e Filosofia (GEECAF/FURG) e membro do Comitê Científico do GT 22 (Educação Ambiental) da ANPED. Bolsista Produtividade 1D do CNPq.

Cleber Gibbon Ratto, Universidade La Salle

Doutor em Educação - Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). Professor e Pesquisador no Programa de Pós-Graduação em Educação (Mestrado/Doutorado) da Universidade La Salle (UNILASALLE), Canoas–RS– Brasil. Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq - Nível 2.

Postado

18/07/2024

Como Citar

SALVEMOS AS CRIANÇAS! AS TECNOLOGIAS DIGITAIS REDIMIDAS PELO “BOM BRINCANTE”. (2024). Em SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.9433

Série

Ciências Humanas

Plaudit

Declaração de dados

  • Os dados de pesquisa estão contidos no próprio manuscrito