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ACESSIBILIDADE GEOGRÁFICA AOS SERVIÇOS DE SAÚDE NOS CASOS DE PACIENTES HEMODILÍTICOS NO MARANHÃO

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DOI:

https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.4076

Palavras-chave:

Acessibilidade Geográfica aos Serviços de Saúde, Migração Pendular, Hemodiálise

Resumo

Indrodução: A discussão a partir da conjuntura de “região” notifica migração pendular no contexto da saúde pública como determinante no processo saúde-doença. O estudo levantou a hipótese da existência de um fluxo de migração pendular em busca do serviço de Hemodiálise no estado do Maranhão entre 2011 e 2016. Como objetivo principal, buscou-se evidenciar a migração pendular a partir da busca do serviço de Hemodiálise, e como objetivos secundários, traçar e espacializar os possíveis trajetos e perfis dos pacientes. Método: Trata-se de um estudo quantitativo, ecológico, de modelo analítico observacional. Estabeleceu-se um estudo estatístico descritivo, de fonte de dados sencundários, com variáveis quantitativas e com amostragem aleatória simples, com o obejtivo de determinar as médias das variáveis. O caráter da pesquisa foi indutivo. Foram utilizados os softwares Excel 16.0, EPI INFO 7.2, Google Earth Pro 7.3, Qgis 3.14 e o Nefrodata. Das 269 fichas, foram selecionadas 263 a partir dos critérios de inclusão e exclusão. Resultados e discussão: Por meio do mapeamento dos casos, foi constatado que 17,55% dos pacientes realizavam migração pendular e os oriundos da macrorregião de Pinheiro representaram o maior quantitativo, com média de 26,08%. Evidenciou-se predominância do sexo feminino (54,35%); pardos (76,74%); ensino fundamental incompleto (75,86%); faixa etária de 5 a 14 (41,30%); e 6 óbitos registrados (75%). Considerações finais: Verificou-se migração pendular em busca de serviços hemodialiticos no estado do Maranhão. Foi comprovado a acessibilidade geográfica aos serviços de saúde como determinante relevante na adesão ao tratamento.

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Postado

10/05/2022

Versões

Como Citar

ACESSIBILIDADE GEOGRÁFICA AOS SERVIÇOS DE SAÚDE NOS CASOS DE PACIENTES HEMODILÍTICOS NO MARANHÃO. (2022). Em SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.4076

Série

Ciências da Saúde

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