Ensino de língua inglesa: a potência dos estudos decoloniais para a formação de professores na SME-SP
DOI:
https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.15595Palavras-chave:
Ensino de Língua Inglesa, Formação de Professores, Decolonialidade, Educação AntirracistaResumo
A Secretaria Municipal de Educação de São Paulo (Brasil) tem utilizado, desde 2017, o Currículo da Cidade como documento norteador das práticas educativas. Este documento está alinhado com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e articulado com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Os conceitos chave que o constituem são a educação integral, a equidade e a inclusão. Integrado a estes materiais, recentemente foram publicadas Orientações Pedagógicas, com o intuito de expandir a proposta curricular, em direção à promoção de uma Educação Antirracista e que contemple o trabalho com os Povos Migrantes. Em face da premissa de que as aulas de língua inglesa podem ser um espaço privilegiado para discussões sobre decolonização das práticas associadas ao ensino de uma língua estrangeira de prestígio, o presente artigo apresenta um estudo exploratório dos referidos documentos (SÃO PAULO, 2019a, 2019b, 2019c, 2021, 2022), à guisa de contribuir para para os estudos do campo, voltados à promoção de espaços formativos de professores de língua inglesa, em uma perspectiva decolonial.
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