FUNÇÃO PATERNA E FRATERNA: PERSPECTIVAS PARA PENSAR A CONSTITUIÇÃO SUBJETIVA NA EDUCAÇÃO
DOI:
https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.14107Palavras-chave:
Função paterna, Constituição do sujeito, Psicologia escolarResumo
O artigo apresenta e discute os conceitos de função paterna e fraterna com base na leitura e interpretação da obra freudiana e de alguns de seus intérpretes. Seu objetivo é demonstrar a relação complementar entre as referidas funções e sua possível recepção na educação pela associação com as noções de heteronomia e autonomia que historicamente a nortearam. Apesar das especificidades que caracterizam as funções paterna e fraterna, ambas encontram-se apoiadas no mesmo fundamento, a saber: de que é a partir do enlace com aqueles que chegaram antes e, por conseguinte, com os semelhantes, que o sujeito pode dar um destino singular à sua subjetividade e, ao mesmo tempo, ressignificar coletivamente o mundo herdado.
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Copyright (c) 2025 Vânia Lisa Fischer Cossetin, Patrícia Feiten Pinto

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