CINEMAS NEGROS ESCOLARES POR VIR - DIFERENÇA E (AFRO)FABULAÇÃO NO PROGRAMA CINEMA E EDUCAÇÃO DE CAMPINAS
DOI:
https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.12349Palavras-chave:
cinema, negro, escola, educação, antirracistaResumo
O artigo analisa as experiências do Programa Cinema e Educação da rede municipal de Campinas-SP, com ênfase nas categorias criadas para as Mostras Kino/Estudantis e nas práticas cinematográficas escolares como vetores de uma educação antirracista e contracolonial. A partir de um diálogo entre Gilles Deleuze, Nego Bispo e Tavia Nyong’o, entre outros autores, são mobilizadas categorias como confluência, transfluência e afrofabulação para compreender as imagens-movimento produzidas nas escolas. Utilizando análise imanente da curadoria dos filmes, revisão de literatura e estudo das kinocategorias das mostras, argumenta-se que tais experiências configuram práticas pedagógicas emancipatórias e de reinvenção das sensibilidades e dos afetos no cotidiano escolar, todavia ainda enfrentam desafios e contradições para afirmação dos cinemas negros escolares porvir.
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- 10/07/2025 (2)
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