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Autoconsciência da Palavra Escrita: Mapa Preliminar

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DOI:

https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.9450

Palavras-chave:

Autoconsciência, Palavras escritas, Ambientes digitais, Funções,, Inteligência Artificial Generativa

Resumo

Este artigo explora o conceito de autoconsciência das palavras escritas na forma de notas de ideias. Mapeia o conceito de maneira muito sintética e oferece evidências de como essa autoconsciência tem sido moldada nos ambientes digitais contemporâneos, embora sua origem não seja inteiramente tecnológica. Examina como a capacidade de reconhecer e explorar as diversas dimensões, possibilidades e funções das palavras escritas se manifestou além das formas instituídas pela cultura escrita analógica. Através de exemplos da literatura, jornalismo e design gráfico, analisa-se a natureza multifacetada das palavras escritas como imagem, som, significado e forma. Além disso, destaca-se sua função como dados em contextos que requerem minimizar a ambiguidade.
 
O estudo também aborda como os ambientes digitais aprimoraram essas capacidades, diversificando e amplificando as funções das palavras escritas em novas configurações como emoticons, comandos de voz e programação, bem como em ferramentas de manipulação gráfica e autopublicação. A pesquisa conclui que essa autoconsciência das palavras escritas reflete um desenvolvimento contínuo na capacidade humana de manipular e explorar a linguagem, prolongando conquistas históricas na escrita e comunicação. Nesse processo, a Inteligência Artificial Generativa constitui a última fronteira.

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Biografia do Autor

Julian Alberto Gonzalez Mina, Universidad del Valle

Profesor de la Escuela de Comunicación Social, de la Universidad del Valle. Se desempeña en el área de periodismo e información, educación y nuevas tecnologías. Es autor de los libros Repensar el periodismo. Transformaciones y emergencias del periodismo actual (2004) y Niños que videojuegan, videojuegos que estructuran tiempos (2018), y coautor de los libros Design: designar/diseñar el cuerpo joven urbano. Un estudio sobre la cultura somática de jóvenes integrados en la ciudad de Cali (2003), Tierra y silicio: cómo la palabra y la acción política de pueblos indígenas cultivan entornos digitales (2011), Facebook como obra mundana: poetizar la vida y recrear los vínculos personales (2016), Comunidades en video: nos ven, los vemos y nos movemos (2020) y Voces Subjetivas Diversas, reflexiones polifónicas para la construcción de una cultura de paz (2021). Recientemente publicó el libro Todo está tan raro : Postales, relatos y aproximaciones insólitas a noticias ordinarias y extraordinarias (2022), También ha publicado numerosos artículos sobre periodismo e información, educación y nuevas tecnologías. Es miembro de tres grupos de investigación la Universidad del Valle: Nexus, Educación Popular y Desarrollo Psicológico en Contexto.

Postado

22/07/2024

Como Citar

Autoconsciência da Palavra Escrita: Mapa Preliminar. (2024). Em SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.9450

Série

Ciências Sociais Aplicadas

Dados de financiamento

Plaudit

Declaração de dados

  • Os dados de pesquisa estão contidos no próprio manuscrito