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EDUCAÇÃO CIENTÍFICA PELA INICIAÇÃO À PESQUISA NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE LÍNGUAS

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DOI:

https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.8298

Palavras-chave:

Iniciação científica, Formação de professores, Ensino de línguas, Letramento científico

Resumo

Este artigo relata um estudo de natureza qualitativa, realizado no campo da Linguística Aplicada (LA). Discute a importância da educação científica para uma formação inicial de professores de línguas que seja sustentável e que se constitua como forma de resistência a desigualdades e exclusões validadas por relações de poder estabelecidas. Para tanto, assume perspectiva transgressiva de educação científica, elegendo as ciências da linguagem como campo legítimo de práticas científicas e buscando romper com a relação hierarquizada entre ensino e pesquisa. Teve como aporte metodológico a análise documental respaldada na Teoria Ator-Rede, focalizando relatórios de iniciação científica produzidos por acadêmicos das licenciaturas em Letras da Universidade Federal do Tocantins (UFT), no contexto do Programa Institucional de Iniciação Científica (PIBIC). O objetivo foi examinar a formação científica dos bolsistas pesquisadores do programa, com possíveis desdobramentos para sua atuação profissional. As análises sinalizaram a possibilidade de se formarem estudantes-professores-pesquisadores mais reflexivos, críticos e produtores de conhecimentos e saberes; ademais, que possam transitar entre os espaços pedagógico e científico atendendo a demandas sociocientíficas. Além do aporte teórico que investiga língua(gem) e formação de professores a partir da LA, dialoga com autores da educação científica e das ciências sociais.

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Biografia do Autor

Mirella de Oliveira Freitas, Universidade Federal de Uberlândia

Doutora em Letras, professora adjunta da Universidade Federal do Tocantins (UFT). Atualmente está em exercício na Universidade Federal de Uberlândia (UFU), no Instituto de Letras e Linguística (ILEEL), onde atua em disciplinas que tematizam práticas de linguagem, produção de material didático e metodologia de ensino de língua portuguesa como língua materna. Como pesquisadora, interessa-se por questões ligadas à área da Linguística Aplicada, mais especificamente por estudos dos letramentos e formação de professores de língua portuguesa. É membro da Associação de Linguística Aplicada do Brasil (ALAB), membro do Conselho Editorial da Editora da ALAB e da REPOD - Revista Educação e Políticas em Debate.

Bárbara de Freitas Farah, Universidade Federal do Norte do Tocantins

Doutora em Letras pelo programa de Pós-graduação em Ensino de Língua e Literatura da Universidade Federal do Norte do Tocantins, Câmpus Araguaína, TO.

Wagner Rodrigues Silva, Universidade Federal do Tocantins

 Professor Titular em Linguística Aplicada pela Universidade Federal do
Tocantins (UFT), Câmpus de Palmas, atuando na Licenciatura em Pedagogia e
nos Programas de Pós-graduação em Letras (PPGL) e em Ensino em Ciências
e Saúde (PPGECS). Possui Licenciatura em Letras (UFPE), mestrado e
doutorado em Linguística Aplicada (Unicamp) e pós-doutorado pela The Hong
Kong Polytechnic University (PolyU) e pela Aswan University (ASWU - Egito). Bolsista de produtividade em pesquisa do CNPq.

Postado

26/03/2024

Como Citar

EDUCAÇÃO CIENTÍFICA PELA INICIAÇÃO À PESQUISA NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE LÍNGUAS. (2024). Em SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.8298

Série

Linguística, letras e artes

Plaudit

Declaração de dados

  • Os dados de pesquisa não podem ser disponibilizados publicamente

    • Trata-se da análise de 126 relatórios de iniciação científica, produzidos entre os anos 2010 e 2019, no contexto do Programa Institucional de Iniciação Científica, os quais não são públicos. Há ainda a necessidade de preservar a identidade dos autores.