SEMINÁRIOS. DISCIPLINAS. EXPERIVIVÊNCIAS DESCOLONIAIS. PROCESSOS TRANS-FORMATIVOS DE PROFESSORES/AS DE ARTE
DOI:
https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.6658Palavras-chave:
Formação Docente, Professor/a/e de Arte, Arte, Arte-Educação Descolonial, EducaçãoResumo
A pergunta é: existe, deve existir, como pode ou deve ser o perfil de um professor ou professora e professore de Arte? Também podemos perguntar: qual é, qual deve ser, como deve ser e se precisa ser diferente a postura docente e a formação docente de um/uma/un professor/a/e de Arte? Estas e outras perguntas possíveis levam em consideração duas condições: a minha situação docente em cursos de graduação – licenciaturas –, e no mestrado/doutorado profissional na linha de pesquisa de “Formação de Professores, Culturas e Diversidade”, e, ainda muito importante, as reais condições da disciplina Arte no contexto das Escolas – em todos os níveis da Educação Básica, pública ou privada – quase sempre serem de desinteresses, desimportância, descredibilidade, desvalorização, em todas as instâncias escolares, em relação às demais disciplinas das grades curriculares do ensino básico brasileiro. Ora porque a Área é, desde sempre, diminuída em relação à Ciência; ora porque os corpos discente e docente não têm valores numéricos associados às atividades da disciplina; e, muito recentemente, a mecanização da Educação como um todo que tem atribuído mais falta de credibilidades às humanidades a fim de formar para o mercado de trabalho. Mas esta última não será aqui a discussão mais importante, ainda que não deixe de ser apresentada, pois, de modo mais efetivo, quero discutir aspectos da formação docente para lutar contra o perfil desacreditado da disciplina Arte e de professores/as na sociedade escolar e comunitária como um todo a partir da formação discente.
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