O CORPO E A GEOPOLÍTICA DA TECNOCOLONIZAÇÃO, TECNOCOLONIALIDADE DO CORPO NA ARTE, NA CULTURA E NA EDUCAÇÃO! (2ª PARTE)
DOI:
https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.6399Palavras-chave:
Educação, Arte, Corpo, Tecnologia, GeopolíticaResumo
O “conceito” de tecnocolonialidade (2020) vem sendo “definido” epistemologicamente em partes porque a reflexão tem como premissa uma discussão maior que contempla o corpo na sua totalidade tecnológica contemporânea que também considera entendimentos diferentes da e sobre a tecnologia. A primeira ideia da formulação epistêmica sobre a tecnocolonialidade acerca-se da condição geopolítica da tecnologia que nos foi colocada como premissa fundamental da existência atual do corpo humano. Enquanto o corpo consciente da tecnocolonialidade é o corpo que reconhece o papel de colonização/colonialidade contemporâneo imposto aos corpos pela exigência da utilização da tecnologia como único modo de sobrevivência. Entretanto, neste caso, o corpo que não se quer tecnológico, também não se quer colonizado pela tecnologia (tecno(lógico)), ao certo não vai se permitir sobreviver apenas se submisso à tecnocolonialidade, portanto, é um corpo consciente da geopolítica imposta, especialmente, pelo projeto de universalização técnica e por isso não se submete à existência apenas se partícipe da tecnologia. Considerando isso e levanto em conta também a primeira parte já exposta em que tive que evidenciar as políticas “econômica da morte” e do “ódio” (2020a) do último Governo Federal que destrataram a pandemia, esta segunda parte abordará diretamente a tecnocolonialidade no corpo da arte na contemporaneidade como artifício de colonização. Para subsidiar esta construção epistemológica me valerei dos debates pós-modernos (contemporâneos) acerca dos corpos artísticos tecnológicos, que compreendem o corpo necessariamente vinculado à tecnologia para a produção; usarei também das discussões modernas que classificaram os corpos não europeus. Ancorando essas abordagens estará uma episteme descolonial pela perspectiva crítica biogeográfica fronteiriça para desvincular corpo e tecnologia como possibilidade de convivência entre as diferenças coloniais na contemporaneidade.
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