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O O ENSINO REMOTO EMERGENCIAL NA FORMAÇÃO SUPERIOR EM SAÚDE NO BRASIL

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DOI:

https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.4751

Palavras-chave:

Ensino online, Ensino Remoto Emergencial, Educação Superior, COVID-19

Resumo

Considerando as propostas legais de inserção do ensino remoto emergencial (ERE), como a possibilidade mais adequada, na visão sanitária, durante a pandemia da Covid-19 para a continuidade do trabalho didático-pedagógico no ensino superior, torna-se importante problematizar como os cursos de graduação de saúde vivenciaram o ERE em seus processos formativos. Nesse sentido objetivou-se sistematizar como foi abordado o desenvolvimento da ERE no ensino superior nas produções científicas da área da saúde no Brasil na pandemia. Trata-se de Revisão integrativa de literatura, nas bases de dados da Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (Lilacs), na Base de dados de enfermagem (BDENF) e na Medline via Pubmed, e na Scientific Electronic Library Online (SciELO), utilizando como palavra-chave em português e em inglês: Ensino Remoto Emergencial e Emergency Remote Teaching. Foram selecionados 12 artigos, produzidos entre os anos de 2020 e 2021, os quais foram sistematizados, o que permitiu identificar duas temáticas distintas em relação ao desenvolvimento do ERE no ensino superior em saúde, sendo elas: o impacto do ERE na formação acadêmica e propostas e estratégias didáticas para o ERE. Apesar dos limites vivenciados durante o ERE, os impactos podem ser amenizados por meio de estratégias, didáticas ou institucionais, as quais fortaleçam o processo ensino-aprendizagem na formação em saúde, destaca-se o acompanhamento institucional dos acadêmicos diminuindo o impacto da rotina imposta pelo isolamento e  potencializou a busca de estratégias criativas para as salas de aula online, estratégias tecnológicas inovadoras e auxiliares ao processo de ensino utilizadas durante o ERE.

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Biografia do Autor

Débora Tatiane Feiber Girardello, Universidade Estadual do Oeste do Paraná

Enfermeira licenciada e bacharel pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná no ano de 2011. Especialista em Gerenciamento de Enfermagem em Clinica Médica e Cirúrgica, na modalidade Residência de Enfermagem no Programa de Pós- Graduação da UNIOESTE/ HUOP. Especialista em Gestão em Saúde pela Universidade Estadual de Maringá. Coordenadora Pedagógica do curso de Enfermagem da UNIPAR unidade de Cascavel, docente do curso de Enfermagem, nas disciplinas de Anatomia Humana I e Anatomia Humana II e Estagio supervisionado de Enfermagem Hospitalar. Mestranda do programa de Mestrado de Biociências e Saúde da Universidade Estadual do Oeste do Paraná.

Solange de Fátima Reis Conterno, Universidade Estadual do Oeste do Paraná

Possui graduação em Pedagogia pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná (1993), mestrado em Educação pela Universidade Estadual de Maringá (2002). É doutora em Educação pela Universidade Federal de São Carlos. Atualmente é professora (Adjunto nível D) no curso de Enfermagem da Universidade Estadual do Oeste do Paraná. Docente no Programa de Pós Graduação Stricto Sensu em Biociências e Saúde. Líder do Grupo de Estudos e Pesquisas em Práticas Educativas e Formação em Saúde( GEPEFORS). Membro do Grupo de Estudos sobre Sexualidade e Educação (GEPEX). Tem experiência na área de Educação, formação de docentes em saúde, com ênfase em Fundamentos da Educação, atuando principalmente nos seguintes temas: Práticas Educativas em Saúde; Didática; Formação de Professores; Formação Profissional em Saúde e Metodologia do Ensino Superior.

Postado

30/09/2022

Como Citar

O O ENSINO REMOTO EMERGENCIAL NA FORMAÇÃO SUPERIOR EM SAÚDE NO BRASIL. (2022). Em SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.4751

Série

Ciências da Saúde

Plaudit