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FATORES ASSOCIADOS A RETENÇÃO E INTENCIONALIDADE DE EVASÃO NOS CURSOS DE FARMÁCIA DE UMA UNIVERSIDADE PÚBLICA DO NORDESTE BRASILEIRO

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  • João Paulo Alves Cunha Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo https://orcid.org/0000-0002-2802-558X
    • Lívia Gois dos Santos Laboratório de Ensino e Pesquisa em Farmácia Social, LEPFS, Departamento de Farmácia, Universidade Federal de Sergipe, s/n, Avenida Marechal Rondon, Jardim Rosa Elze, São Cristóvão, Sergipe, Brasil
      • Thaís Maria Araújo Tavares Laboratório de Ensino e Pesquisa em Farmácia Social, LEPFS, Departamento de Farmácia, Universidade Federal de Sergipe, s/n, Avenida Marechal Rondon, Jardim Rosa Elze, São Cristóvão, Sergipe, Brasil.
        • Josefa de Jesus Querino Aluna do curso de farmácia da Universidade Federal de Sergipe - Campus Lagarto.
          • Dyego Carlos Souza Anacleto de Araújo Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde, Laboratório de Ensino e Pesquisa em Farmácia Social, Universidade Federal de Sergipe (UFS).
            • Izadora Menezes da Cunha Barros Laboratório de Estudo em Cuidado Farmacêutico (LECFAR). Departamento de Farmácia (DFAL). Universidade Federal de Sergipe, Campus Lagarto.
              • Alessandra Rezende Mesquita Laboratório de Ensino e Pesquisa em Farmácia Social, Universidade Federal de Sergipe (UFS).
                • Giselle de Carvalho Brito : Laboratório de Estudo em Cuidado Farmacêutico (LECFAR). Departamento de Farmácia (DFAL). Universidade Federal de Sergipe, Campus Lagarto.

                  DOI:

                  https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.3078

                  Palavras-chave:

                  Evasão escolar, Retenção escolar, Educação Farmacêutica, Ensino Superior

                  Resumo

                  O estudo objetivou avaliar possíveis fatores associados à retenção e à intencionalidade de evasão do curso de Farmácia de uma Universidade Pública do Nordeste. Trata-se de um estudo transversal realizado entre julho a dezembro de 2019 com estudantes dos dois cursos de graduação em Farmácia, da Universidade Federal de Sergipe. Para a coleta de dados utilizou-se um instrumento que contemplava: 1) Dados Sociodemográficos e; 2) Fatores ligados à intencionalidade de evasão questões, sobre trancamento e reprovação em módulos / disciplinas. Participaram da pesquisa 335 estudantes, sendo 132 do campus Lagarto e 203 estudantes de São Cristóvão.Destes, 69,30% (n = 232) eram mulheres, a maioria (81,20%) apresentava idade entre 18 e 24 anos, 60,90% (n = 204) se autodeclaram pardos, 96,70% eram solteiros e 5,10% (n = 17) possuíam filhos. Quanto a reprovação e intencionalidade de evasão, 176 (52,50%) afirmaram já ter reprovado e 62,10% (n = 208) a intenção de desistir do curso.Entre os fatores que impactam na intencionalidade da evasão destacou-se: “horário das disciplinas ofertadas”, “matriz curricular”, “metodologia de ensino”, “forma de avaliação”, “relação entre aluno e professor / coordenador”, “relações interpessoais ”,“ Assistência aos alunos ”,“ baixa renda do profissional ”,“ dificuldades financeiras ”,“ falta de habilidades de estudo ”,“ dificuldade de adaptação à universidade ”,“ desencanto ou desmotivação com o curso ”,“ dificuldades de aprendizagem, traduzidas em reprovação e baixa frequência ”,“ inadaptação com o curso ”e“ problema de saúde mental ”. Os resultados reforçam a necessidade de aplicar que subsidiem os estudantes durante a graduação,

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                  Biografia do Autor

                  João Paulo Alves Cunha, Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo

                  Farmacêutico pela Universidade Federal de Sergipe (UFS) - Campus Lagarto. Durante a graduação foi aluno de iniciação científica do Laboratório de Estudos em Cuidado Farmacêutico (LECFAR), tendo experiência nas áreas de Educação Farmacêutica e Farmácia Clínica. Atualmente é mestrando em Ciências Farmacêuticas pela Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto - USP, orientado pelo Prof. Dr. Leonardo Régis Leira Pereira e desenvolve suas atividades no Centro de Pesquisa em Assistência Farmacêutica e Farmácia Clínica (CPAFF).

                  Lívia Gois dos Santos, Laboratório de Ensino e Pesquisa em Farmácia Social, LEPFS, Departamento de Farmácia, Universidade Federal de Sergipe, s/n, Avenida Marechal Rondon, Jardim Rosa Elze, São Cristóvão, Sergipe, Brasil

                  Graduanda em Farmácia pela Universidade Federal de Sergipe (UFS), aluna de iniciação científica no Laboratório de Ensino e Pesquisa em Farmácia Social (LEPFS/UFS).

                  Thaís Maria Araújo Tavares, Laboratório de Ensino e Pesquisa em Farmácia Social, LEPFS, Departamento de Farmácia, Universidade Federal de Sergipe, s/n, Avenida Marechal Rondon, Jardim Rosa Elze, São Cristóvão, Sergipe, Brasil.

                  Graduanda no curso de Farmácia na Universidade Federal de Sergipe, aluna de Iniciação cientifica do Laboratório de Pesquisa em Farmácia Social (LEPFS).

                  Josefa de Jesus Querino, Aluna do curso de farmácia da Universidade Federal de Sergipe - Campus Lagarto.

                  Graduanda em Farmácia na Universidade Federal de Sergipe (UFS) - Campus Lagarto. Aluna de Iniciação Científica do Laboratório de Estudos em Cuidado Farmacêutico (LECFAR).

                  Dyego Carlos Souza Anacleto de Araújo, Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde, Laboratório de Ensino e Pesquisa em Farmácia Social, Universidade Federal de Sergipe (UFS).

                  Farmacêutico pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Mestre em Ciências Farmacêuticas (PPGCF/UFS), Doutorando em Ciências da Saúde (PPGCS/UFS) e Pesquisador do Laboratório de Ensino e Pesquisa em Farmácia Social (LEPFS/UFS).

                  Izadora Menezes da Cunha Barros, Laboratório de Estudo em Cuidado Farmacêutico (LECFAR). Departamento de Farmácia (DFAL). Universidade Federal de Sergipe, Campus Lagarto.

                  Farmacêutica graduada pela Universidade Tiradentes, Especialista em Gestão da Assistência Farmacêutica-UFSC, Mestre em Ciências Farmacêuticas e Doutora em Ciências da Saúde pela Universidade Federal de Sergipe. Atualmente é Professora Adjunta da Universidade Federal de Sergipe - UFS, Docente das Práticas de Ensino Farmacêutico na Comunidade - Departamento de Farmácia do Campus Antônio Garcia Filho (Lagarto-SE). Desenvolve pesquisas nas áreas de Farmácia Hospitalar,  Farmácia Clínica, Segurança do Paciente e Comunicação Farmacêutica. Pesquisadora do nosso laboratório e do Grupo de Ensino e Pesquisa em Farmácia Social (GEPFS). Exerce atividade de Tutoria na Residência Multiprofissional de Atenção Hospitalar e representante da Farmácia no Núcleo Docente Assistencial  Estruturante (NDAE) desta residência. Membro do Comitê de Ética em Pesquisa Envolvendo Seres Humanos - CEP-UFS Lag/HUL. Colaboradora do Centro de Informação sobre Medicamentos (CIMUFS-Lag) e da Central de Informação sobre COVID-19, UFS- Lagarto.

                  Alessandra Rezende Mesquita, Laboratório de Ensino e Pesquisa em Farmácia Social, Universidade Federal de Sergipe (UFS).

                  Farmacêutica, Mestre em Ciências Farmacêuticas e Doutora em Ciências da Saúde pela Universidade Federal de Sergipe. Professora Adjunto no Departamento de Farmácia Social da Faculdade de Farmácia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), atualmente lotada no Departamento de Farmácia da Universidade Federal de Sergipe. Pesquisadora no Laboratório de Ensino e Pesquisa em Farmácia Social (LEPFS). Orientadora no Programa de Pós-graduação em Medicamentos e Assistência Farmacêutica da UFMG.

                  Giselle de Carvalho Brito, : Laboratório de Estudo em Cuidado Farmacêutico (LECFAR). Departamento de Farmácia (DFAL). Universidade Federal de Sergipe, Campus Lagarto.

                  Farmacêutica (2009), Mestre em Ciências Farmacêuticas (2012) e Doutora em Ciências da Saúde (2015) pela Universidade Federal de Sergipe. Professora Adjunta da Universidade Federal de Sergipe - UFS,  lotada no Departamento de Farmácia -DFAL do Campus Antônio Garcia Filho (Lagarto-SE) (2012-atual). Pesquisadora do Laboratório de Estudos em Cuidado Farmacêutico (LECFAR) e do Grupo de Ensino e Pesquisa em Farmácia Social (GEPFS). Exerce atividade de Preceptoria na Residência Multiprofissional de Atenção Hospitalar (2016-atual) e de Tutoria na de Saúde da Família (2014-atual). Coordenadora dos Serviços Farmacêuticos no Ambulatório Trans de Sergipe. Professora Colaboradora do Centro de Informação sobre Medicamentos (CIM-UFS) em Lagarto. Coordenadora Adjunta do Centro de Informação sobre COVID-19, UFS- Lagarto. Especialização em Docência na área da Saúde pelo Instituto Faimer Brasil e Universidade Federal do Ceará - Faimer fellow (2016-2018). Pós-doutorado pela Graduate School of Health - University of Technology Sydney (2018-2019).

                  Postado

                  26/10/2021

                  Como Citar

                  FATORES ASSOCIADOS A RETENÇÃO E INTENCIONALIDADE DE EVASÃO NOS CURSOS DE FARMÁCIA DE UMA UNIVERSIDADE PÚBLICA DO NORDESTE BRASILEIRO. (2021). Em SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.3078

                  Série

                  Ciências da Saúde

                  Plaudit