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Os ensinos primário e secundário do período imperial: o tear da escolarização dos ingênuos

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DOI:

https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.17048

Palavras-chave:

educação, período imperial, ensino primário, ensino secundário

Resumo

Expandir o Sistema Educacional é um modo de atender aos anseios da classe social menos abastada financeiramente, mas, no Período Imperial, esse direito lhe fora negado. Em se tratando da Educação desse período, essa encerrou o ciclo de um modelo educacional que visava a instruir a sociedade para a fé. Nesse contexto, o presente artigo tem como objetivo explorar como os principais níveis de Ensino, no caso o Primário e o Secundário, foram disponibilizados para os alunos nesse momento histórico brasileiro. Para atingir essa finalidade, a pesquisa integra uma metodologia com base em um núcleo de cunho bibliográfico diverso, voltado para leituras sobre essas duas primeiras fases da organização da instrução formal do Brasil. Abordar essa temática se torna relevante devido ao fato de se identificar como o processo educativo é uma ferramenta essencialmente importante para a formação de uma Nação. Os resultados revelaram, após a apreensão das informações, como funcionou a Educação no Período Imperial e, ainda, detectou que havia uma deficiência no ensino daquela época a qual precisava ser sanada. 

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Biografia do Autor

Francisca das Chagas Viana Vale dos Santos, Universidade do Estado do Amazonas

Mestre no Programa de Pós-Graduação em Educação da UFJF (2025).
Graduanda em Licenciatura em Geografia pela Universidade do Estado do
Amazonas, (2025), Graduada em Letras Português-Inglês pela Universidade
Dinâmica das Cataratas (2012) e graduada em Pedagogia pela Universidade
Federal de Juiz de Fora (2021). Especialista em Mídias da Educação pela
Universidade Federal de Juiz de Fora(2023), Especialista em Psicopedagogia
Escolar pela Universidade Focus (2024), Especialista em Currículo e Prática
Docente nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental pela Universidade Federal do
Piauí (2024), Especialista em Práticas Docentes em Ciências nos anos Iniciais
do Ensino Fundamental pelo Instituto Federal Sudeste de Juiz de Fora (2025).

Eubia Andréa Rodrigues, Universidade do Estado do Amazonas

Graduada em Geografia pela Universidade Federal de Juiz de Fora (1996),
Mestrado em Geografia pela Universidade Federal do Amazonas (2011) e
Doutorado em Geografia pela Universidade Federal de Rondônia (2024).
Atualmente é professora adjunta da Universidade do Estado do Amazonas Tem
experiência na área de Geografia, com ênfase em Geografia Urbana, Geografia
Agrária e Educação Ambiental, atuando principalmente nos seguintes temas:
espaço urbano, educação ambiental, gestão de resíduos sólidos, ensino de
geografia e agricultura familiar. Atuando como professora convidada do
Programa de Pós Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas (PPGICH).

Matheus de Souza Inhuma Delgado, Universidade do Estado do Amazonas

Graduado em Licenciatura em Geografia pela Universidade do Estado do
Amazonas, Centro de Estudos Superiores de Tefé (2026), Bolsista de Iniciação
Científica pelo CNPq (2023; 2025-), Ex-Bolsista de Iniciação Científica pelo
Programa de Apoio à Iniciação Científica do Amazonas (2024-2025), Voluntário
de projeto de PD&I (Desenvolvimento e Inovação) pela FAPEAM (2025-),
Membro do Grupo de Pesquisa Educação em Contextos Amazônicos (2025-);
Geotecnologias e Dinâmica da Paisagem (2025-) e do Laboratório de Geografia
do Trabalho e Dinâmicas Territoriais na Amazônia (2023-), Áreas de Estudo:
Geografia com ênfase em Geografia Urbana, Educação Ambiental, Geografia
Escolar e Geografia Agrária.

Enviado

22/07/2026

Postado

27/07/2026

Como Citar

Os ensinos primário e secundário do período imperial: o tear da escolarização dos ingênuos. (2026). Em SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.17048

Série

Educação em Revista

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  • Os dados de pesquisa estão contidos no próprio manuscrito