A imagem-sintoma em Um estranho na aldeia, de James Baldwin: identidade negra como território
DOI:
https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.16798Palavras-chave:
Imagem, Colonialismo, Identidade NegraResumo
O presente artigo promove um diálogo sobre os conceitos de imagem e identidade racial no ensaio Um Estranho na Aldeia, de James Baldwin (2020). A análise centra-se na identidade negra como território, transitando entre a Filosofia da Arte e as teorias críticas das Humanidades. Busca-se uma articulação com os conceitos de imagem-sintoma e imagem como rasgadura, propostos por Georges Didi-Huberman (2013). Com base nos aportes de Cida Bento (2022), Neusa Santos Souza (2021), Aimé Césaire (2010) e Frantz Fanon (2020), inferimos que o racismo é compreendido como uma expressão da invasão colonial e do sistema escravista, estruturado em relações de dominação e extermínio.
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Copyright (c) 2026 Magdiel Cormelyson Menezes, Ana Cristina Moraes, Jânderson Albino Coswosk

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