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Prevalências ao nascimento de anomalias congênitas entre nascidos vivos no estado do Maranhão de 2001 a 2016: análise temporal e espacial

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  • Luzivan Costa Reis Programa de Pós-graduação em Genética e Biologia Molecular, Departamento de Genética, Universidade Federal do Rio Grande do Sul-Porto Alegre (RS), Brasil
    • Márcia Helena Barbian Instituto de Matemática e Estatística, Universidade Federal do Rio Grande do Sul-Porto Alegre (RS), Brasil
      • Augusto César Cardoso-dos-Santos Programa de Pós-graduação em Genética e Biologia Molecular, Departamento de Genética, Universidade Federal do Rio Grande do Sul-Porto Alegre (RS), Brasil.
        • Elis Vanessa de Lima Silva Programa de Pós-graduação em Genética e Biologia Molecular, Departamento de Genética, Universidade Federal do Rio Grande do Sul-Porto Alegre (RS), Brasil
          • Juliano André Boquett Programa de Pós-graduação em Genética e Biologia Molecular, Departamento de Genética, Universidade Federal do Rio Grande do Sul-Porto Alegre (RS), Brasil
            • Lavínia Schuler-Faccini Programa de Pós-graduação em Genética e Biologia Molecular, Departamento de Genética, Universidade Federal do Rio Grande do Sul-Porto Alegre (RS), Bras https://orcid.org/0000-0002-2428-0460

              DOI:

              https://doi.org/10.1590/1980-549720210020.supl.1

              Palavras-chave:

              Anomalias congênitas, Estudos ecológicos, Nascimento vivo, Teratógeno

              Resumo

              Objetivos: Analisar as prevalências ao nascimento e a distribuição espacial e temporal das anomalias congênitas entre nascidos vivos no estado do Maranhão nos anos de 2001 a 2016. Descrever variáves de interesse demográficas, gestacionais e neonatais.

              Métodos: Estudo ecológico, de base populacional, a partir de dados secundários do Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos. Foram calculadas prevalências ao nascimento anuais de ACs totais e por grupos. Análises espaciais utilizaram o cálculo de Indicadores de Associação Espacial Locais e o Índice de Moran I e mapas interativos foram gerados. Variáveis de interesse demográficos, gestacionais e neonatais disponíveis no SINASC foram descritas no grupo dos recém-nascidos com ACs.

              Resultados: Foram incluídos 1.831.830 nascidos vivos, 6.110 com anomalias congênitas (33,4/10.000). Maiores frequências ocorreram nos anos mais recentes. Aglomerados espaciais foram observados em anos específicos. As prevalências de nascidos vivos com anomalias foi diferente entre categorias de variáveis consideradas como fatores de risco para este desfecho.

              Conclusão: A prevalência ao nascimento de nascidos com anomalias congênitas  foi  inferior ao esperado para defeitos maiores na espécie humana (3%).  O pico temporal de registros em 2015/2016 está provavelmente relacionado ao aumento de microcefalia causada pela infecção gestacional por vírus Zika. Os aglomerados espaciais provavelmente se deveram a variações ao acaso pelo número pequeno de nascimentos pois não se repetem em outros anos. Estudos como este são base para o estabelecimento de programas de vigilância de defeitos congênitos.

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              Postado

              14/12/2020

              Como Citar

              Prevalências ao nascimento de anomalias congênitas entre nascidos vivos no estado do Maranhão de 2001 a 2016: análise temporal e espacial. (2020). Em SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/1980-549720210020.supl.1

              Série

              Ciências da Saúde

              Plaudit