Modelos de gestão para a circulação da arte emergente em espaços independentes
DOI:
https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.15404Palavras-chave:
Gestão cultural, arte emergente, espaços independentes, ecossistema artístico, circulação culturalResumo
Os espaços independentes de arte contemporânea têm adquirido uma relevância crescente no ecossistema cultural global como plataformas de experimentação artística, incubação de carreiras emergentes e geração de novas dinâmicas de participação cultural. Esses espaços, geralmente impulsionados por artistas ou coletivos autogeridos, operam em contextos caracterizados por recursos limitados, precariedade institucional e processos de transformação urbana.
Apesar dessas condições, desempenham um papel fundamental na circulação da arte emergente e na diversificação das práticas curatoriais e de gestão cultural. O presente artigo analisa os modelos de gestão que sustentam a circulação da arte emergente em espaços independentes, considerando fatores como a sustentabilidade organizacional, a comunicação digital, a interdependência dentro do ecossistema artístico e a relação com as políticas urbanas.
A partir de uma revisão crítica da literatura recente em gestão cultural, estudos urbanos e sociologia da arte, propõe-se um marco conceitual que permita compreender o papel estratégico desses espaços na produção cultural contemporânea.
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Copyright (c) 2026 Carlos Mártin Sámano Morales, Christian Alejandro Amaya Parra

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