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Análise espaço-temporal dos homicídios e sua possível relação com a expansão urbana não planejada em Salvador, Bahia

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  • Evaldo Simões Universidade Estadual de Feira de Santana - UEFS, Modelagem em ciências da Terra e do ambiente - PPGM, Feira de Santana, BA-Brasil image/svg+xml https://orcid.org/0000-0002-9550-3465
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  • Jocimara Lobão Universidade Estadual de Feira de Santana - UEFS, GEONAT - Natureza, sociedade e ordenamento territorial, Feira de Santana, BA-Brasil image/svg+xml https://orcid.org/0000-0003-4987-190X
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  • Felipe Nery Universidade Estadual de Feira de Santana, Departamento de Saúde - DSAU, Feira de Santana, BA-Brasil image/svg+xml https://orcid.org/0000-0003-2858-4469
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  • Daniel Portella Universidade do Estado da Bahia - Uneb, Departamento de Ciências da Vida - DCV - Campus I, Salvador, BA, Brasil image/svg+xml https://orcid.org/0000-0002-0315-9987
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DOI:

https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.13957

Palavras-chave:

dinâmicas socioespaciais, territorialidade, resiliência urbana, marginalização, violência

Resumo

Os impactos ambientais das atividades antrópicas pautam a agenda socioambiental, especialmente devido às mudanças climáticas, ao comprometimento dos recursos naturais e à perda de biodiversidade. Outro aspecto importante refere-se ao Uso e Ocupação do Solo (LULC), muitas vezes irregular e em desacordo com as legislações, aumentando vulnerabilidades, desigualdades e fenômenos sociais indesejados, como a violência urbana. Este estudo explora a relação entre a expansão urbana e a violência letal em Salvador, Bahia, uma das capitais brasileiras com altas taxas de homicídios. A análise utilizou mapas do Mapbiomas e o Google Earth Engine para demarcar a expansão da mancha urbana entre 1990 e 2020, associando esses dados aos homicídios registrados entre 2013 e 2022, que totalizaram 12.916 vítimas. Os resultados permitiram avaliar a dinâmica entre urbanização e homicídios. Áreas com maior expansão territorial, como Valéria, Subúrbio e Cajazeiras, destacam-se entre as mais afetadas pela violência letal. Os dados sugerem que o crescimento irregular pode aumentar a vulnerabilidade de certas regiões. Esses achados reforçam a necessidade de políticas públicas de uso e ocupação do solo para orientar o crescimento urbano e mitigar impactos negativos nas vulnerabilidades. O estudo também destaca o papel das geotecnologias na compreensão das dinâmicas urbanas em Salvador.

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Biografia do Autor

Evaldo Simões, Universidade Estadual de Feira de Santana - UEFS, Modelagem em ciências da Terra e do ambiente - PPGM, Feira de Santana, BA-Brasil

Analista de dados no Instituto de Segurança Pública, Estatística e Pesquisa Criminal - ISPE da Polícia Civil do Estado da Bahia, Brasil. Temas de intetresse são Violência, crimes contra a vida, crimes contra o patrimônio, ciência de dados, Segurança pública, educação, ambiente urbano e geoestatística.

 

Felipe Nery, Universidade Estadual de Feira de Santana, Departamento de Saúde - DSAU, Feira de Santana, BA-Brasil

Doutor em Ciências pelo programa Pós-Graduação em Epidemiologia em Saúde Pública pela Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP), Fiocruz, Rio de Janeiro/RJ e coordenador/pesquisador do Núcleo Interdisciplinar de Estudos sobre Desigualdades em Saúde (NUDES/UEFS). Possui graduação em Enfermagem pela Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS) e Mestrado em Saúde Coletiva pelo Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva (UEFS). Professor Adjunto DE do curso de Enfermagem da UEFS e docente do Programa de Pós-graduação em Modelagem em Ciências da Terra e do Ambiente (PPGM/UEFS). Tem experiência com manipulação, extração e análise de dados na perspectiva ecológica, particularmente nos Sistemas de Informação em Saúde. Atua principalmente nos seguintes temas: epidemiologia, mortalidade geral e específica, saúde trabalho e ambiente, violência, homicídios, feminicídios, impunidade e populações vulneráveis.

Daniel Portella, Universidade do Estado da Bahia - Uneb, Departamento de Ciências da Vida - DCV - Campus I, Salvador, BA, Brasil

Doutor em Saúde Coletiva pelo Programa de Pós Graduação em Saúde Coletiva (PPGSC) da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS) (2021). Atualmente é professor adjunto do Colegiado do Curso de Fisioterapia do Departamento de Ciências da Vida (DCV), orientador do Programa de Iniciação Científica (IC/PPG) e Afirmativa (AF/PROAF) da Universidade do Estado da Bahia (UNEB) e líder do Núcleo de Estudos em Saúde Coletiva e Segurança Pública (NESSP/UNEB/CNPq). Tem experiência na área de Fisioterapia, Saúde Coletiva e Epidemiologia, atuando principalmente nos seguintes temas: estudos epidemiológicos, vigilância em saúde, violência e desigualdades sociais em saúde.

Postado

04/11/2025

Como Citar

Análise espaço-temporal dos homicídios e sua possível relação com a expansão urbana não planejada em Salvador, Bahia. (2025). Em SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.13957

Série

Ciências Exatas e da Terra

Plaudit

Declaração de dados

  • Os dados de pesquisa estão contidos no próprio manuscrito