GEO-GRAFIAS DO SUB-COMUM E CONSTELAÇÕES AFETIVAS NOS CINEMAS NEGROS DE GABRIEL MARTINS
DOI:
https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.13442Palavras-chave:
geo-grafias, cinema, negro, subcomum, afrofabulaçãoResumo
Este artigo analisa os filmes Nada (2017) e Marte Um (2022), de Gabriel Martins, a partir das categorias de subcomum e de afrofabulação, destacando o protagonismo de crianças e jovens negros. A hipótese é que essas obras produzem geografias do subcomum e constelações afetivas que desestabilizam o tempo linear e o regime de visibilidade hegemônico, instaurando gramáticas outras para pensar a infância e a juventude negras no Brasil. A recusa de Bia, em Nada, e as trajetórias de Deivinho e Eunice, em Marte Um, revelam como o cinema negro contemporâneo fabula mundos possíveis a partir do cotidiano periférico e da imaginação crítica. Ao articular cinema, geografia e educação, o texto propõe um protocolo analítico para compreender como as imagens-movimento inventam espacialidades de resistência e trajetórias de vidas negras subcomuns.
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