FORMAÇÃO DE PROFESSORAS E PROFESSORES PARA O ENSINO DE QUÍMICA NA PERSPECTIVA INCLUSIVA E ANTICAPACITISTA
DOI:
https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.12746Palavras-chave:
Ensino de Química, Formação Docente, AnticapacitismoResumo
A discussão sobre inclusão, deficiência e capacitismo faz parte da formação docente em Química e, nos últimos anos, tem se concentrado na criação de produtos, metodologias e pesquisas a partir da presença e ausência da pessoa com deficiência (PCD) nos espaços escolares e o aprendizado em Ciências e Química. Para avançar, é necessário compreender que, apesar dos esforços, os discursos capacitistas estão presentes na formação inicial e o anticapacitismo não é visto como um dispositivo a ser conceituado nos diversos currículos que compõem a formação em Química. O presente artigo tem como objetivo apresentar as percepções sobre inclusão, capacitismo e anticapacitismo em discursos de licenciandas e licenciandos em Química da Universidade Federal da Bahia. Para isso, foi conduzida uma pesquisa-ação que, por meio de uma oficina formativa, forneceu um espaço de avaliação e aprendizado sobre a temática. Os resultados demonstram que licenciandas e licenciandos em Química possuíam uma concepção integrativa sobre deficiência e, mesmo tendo sido docentes de alunas e alunos PCD, apontam que a discussão sobre anticapacitismo em articulação com o Ensino de Química é insuficiente.
Downloads
Postado
Como Citar
Série
Copyright (c) 2025 Joyce Marques Melo dos Santos, Paloma Nascimento dos Santos

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Plaudit
Declaração de dados
-
Os dados de pesquisa estão contidos no próprio manuscrito


