ESTRATÉGIAS AUTOPREJUDICIAIS E CRENÇAS DE AUTOEFICÁCIA EM ESTUDANTES DO ENSINO MÉDIO
DOI:
https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.11668Palavras-chave:
Estratégias Autoprejudiciais, Crenças de Autoeficácia, Desempenho Acadêmico, Estudantes, Ensino MédioResumo
Este estudo objetivou analisar possíveis relações entre o emprego de estratégias autoprejudiciais, as crenças de autoeficácia acadêmicas, as variáveis sociodemográficas e o desempenho de alunos do 1º ao 3º ano do Ensino Médio em tempo integral e noturno de uma Escola Pública Estadual. A pesquisa se caracterizou como Exploratória e Descritiva e foi realizada com 111 estudantes do Ensino Médio. Os instrumentos utilizados foram a Brazilian Self-Handicapping Strategies Scale (EEAPREJ- Boruchovitch et al., 2022), Escala de Autoeficácia Acadêmica para o Ensino Médio (AAEM- Polydoro & Casanova, 2015) e boletins escolares dos participantes. A análise foi realizada mediante estatística descritiva e inferencial utilizando-se o programa SPSS. Os resultados não evidenciaram diferenças significativas entre as variáveis sociodemográficas, as estratégias autoprejudiciais e a escala geral de crenças de autoeficácia. Somente as variáveis período e repetência apresentaram diferenças significativas nos fatores da AAEM. A pesquisa também verificou a existência de uma correlação significativa entre as crenças de autoeficácia, as estratégias autoprejudiciais e o desempenho acadêmico dos estudantes. . Espera-se que esta pesquisa contribua para discussões sobre crenças de autoeficácia e estratégias autoprejudiciais em estudantes do Ensino Médio, bem como, sirva como fonte de dados para novas propostas.
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