A FORÇA DA NÃO-VIOLÊNCIA: CONTRIBUIÇÕES BUTLERIANAS AO CURRÍCULO CULTURAL DA EDUCAÇÃO FÍSICA NO CONTEXTO PANDÊMICO
DOI:
https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.10513Palavras-chave:
Educação Física, Currículo, PandemiaResumo
Na sociedade atual globalizada, neoliberal, multicultural e desigual, as tensões políticas, culturais e sociais podem modificar as condutas dos sujeitos e o modo com que passam a olhar a si, aos outros e às coisas do mundo. Por vezes, as práticas de violência são utilizadas como mecanismo de normatização, controle, coerção e condições de morte a certas existências que não compactuam com as normas estabelecidas por grupos que exercem o poder na teia social. A pandemia ampliou o nosso olhar sobre a violência, basta lembrar-se que o retorno ao ensino presencial fez eclodir inúmeros conflitos atrelados à relacionalidade. O presente artigo objetiva pensar a força da não-violência como um princípio ético-político pautado na responsabilidade ética baseada na relacionalidade. No atravessamento dos estudos de Judith Butler em diálogo com o arcabouço teórico do currículo cultural da Educação Física, o artigo fomenta espaços para a criação de possibilidades de uma educação pela forma-de-vida.
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Copyright (c) 2024 Aline Santos do Nascimento, Raquel Aline Pereira de Souza, Marcos Garcia Neira

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Números do Financiamento 88887.511510/2020-00
Plaudit
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