O Iberismo Instrumental no Estado Novo: sobre o corporativismo utópico, conservadorismo estadista e democracia cristã de Oliveira Vianna
DOI:
https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.10385Palavras-chave:
Olivera Vianna, Corporativismo, Democracia Cristã, Autoritarismo Instrumental, Estado NovoResumo
O presente artigo investiga por bases históricas a teoria e prática do corporativismo desde Mihal Manoïlesco no início do século XX e a discussão que dela gerou na Ciência Política ocidental e a sua recepção no Brasil. Assim, para compreender como o regime autoritário do Estado Novo, por influência de Oliveira Vianna e sua visão do conservadorismo estadista, ou autoritarismo instrumental, instaurou práticas corporativas em um país em descompasso com os países anglo-saxões. Analisar como o corporativismo foi utilizado sob uma perspectiva ibérica e originalidade da sua sustentação ao se desassociar dos regimes totalitários através da democracia cristã. Por fim, situar o passo em que o Brasil se encontra em relação as continuidades corporativas do associativismo nacional.
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