EDUCAÇÃO SEXUAL E MENSTRUAL NO COMBATE À AGENDA ANTIGÊNERO: PRODUÇÃO DE MATERIAL DIDÁTICO
DOI:
https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.10106Palavras-chave:
Institutos Federais, educação em sexualidade, pobreza menstrual, cartilhaResumo
Nos últimos anos, no Brasil, o número de nascidos vivos de mães adolescentes entre 15 e 19 anos tem se mostrado preocupante. Em 2021, mais de 347 mil nascimentos eram de adolescentes entre 15 e 19 anos e, em 2022, o índice diminuiu, mas continuou registrando mais de 300 mil nascimentos. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), estes índices podem ser reduzidos por meio do acesso à educação sexual e à informações adequadas sobre métodos contraceptivos e prevenção de ISTs. Na contramão do que recomenda a OMS, o avanço da agenda antigênero no Brasil têm difundido informações equivocadas sobre temas essenciais para uma sociedade que enfrenta índices tão altos, especialmente entre adolescentes. Este trabalho visa apresentar um relato de experiência sobre a produção de material didático sobre Educação Sexual e Menstrual no Instituto Federal do Paraná. Além disso, o trabalho também pretende apresentar debates a respeito do avanço da agenda antigênero no Brasil e sobre a importância de se trabalhar com temas relacionados à educação sexual e menstrual no combate a esse movimento conservador. Para isso, o texto foi organizado a partir de pesquisa bibliográfica e documental. Como resultados, o trabalho visa contribuir com as discussões a respeito dos temas tratados e compartilhar materiais pedagógicos de acesso livre sobre educação sexual e menstrual.
Downloads
Postado
Como Citar
Série
Copyright (c) 2024 Angélica Antonechen Colombo

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Plaudit
Declaração de dados
-
Os dados de pesquisa estão contidos no próprio manuscrito


