Preprint / Versión 1

AVANCES EN LA ESCUELA FEMENINADE: QUÉ MUJERES HABLAMOS?

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DOI:

https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.8337

Keywords:

educación de las mujeres, desigualdades sociales, sistemas de opresión

Resumen

En este artículo buscamos problematizar las tasas de educación femenina en Brasil, tomando como fuente de análisis datos recopilados en investigaciones realizadas por el Censo Escolar de 2021, 2022, 2023, el IDHM y la PNAD. Vimos que los resultados homogeneizan a las mujeres y contribuyen a la reproducción de las desigualdades sociales al invisibilizar a grupos de mujeres menos educadas, especialmente a las mujeres negras. También observamos que existen investigaciones que afirman un aumento de la igualdad de género en el ámbito educativo, pero no consideran las especificidades de clase, raza, etnia, lugar de residencia, entre otros marcadores sociales que contribuyen a la invisibilidad de las mujeres, ubicándolas en una situación de inferioridad al dificultar el acceso a la educación y la continuación de los estudios a quienes pueden acceder a ella. Esto hace importante cuestionar el aumento de la educación de las mujeres de manera homogénea, problematizando a grupos específicos. Observamos en la investigación que hubo un aumento en el nivel educativo de las mujeres, pero en el grupo de las que son residentes blancas, de clase media y alta, especialmente en las zonas urbanas.

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Biografía del autor/a

Roseane Amorim da Silva, Universidade Federal Rural de Pernambuco

Doutora em Psicologia pelo Programa de Pós Graduação em Psicologia da Universidade Federal de Pernambuco - UFPE (2019). Mestre em Psicologia pela UFPE (2014). Especialista em Saúde Mental e Intervenção Psicossocial pela Universidade de Pernambuco - Campus Caruaru (2012). Graduada em Psicologia pela Universidade de Pernambuco - Campus Garanhuns (2010), e em Ciências Biológicas pela mesma Universidade (2011). Atualmente é professora Adjunta da Universidade Federal Rural de Pernambuco - UFRPE - Unidade Acadêmica de Serra Talhada - UAST. Integrante do Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Poder, Cultura e Práticas Coletivas - GEPCOL da UFPE. Integrante do GT - Juventudes e Pesquisas participativas, da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Psicologia - ANPEPP. Diretora Adjunta (região Nordeste) da Rede de Pesquisadores e Pesquisadoras da Juventude Brasileira (REDEJUBRA). Integrante da Rede Interdisciplinar de Mulheres Acadêmicas do Semiárido - RIMAS. E do Dadá: Grupo de Ensino, Pesquisa e Extensãoem Relações de Gênero, Sexualidade e Saúde da UFRPE/UAST. Integrante da Equipe de Editores Associados da DesIdades - Revista de Divulgação Cientifica da Infância, Adolescência e Juventude.Já desenvolveu pesquisas na área de neuropsicologia, estudando depressão, demência e outras problemáticas com idosos. Atualmente desenvolve pesquisa com os seguintes temas: juventude, interseccionalidade de gênero, raça, classe, desigualdades sociais e resistência aos sistemas de poder.

Shana Sampaio Sieber, Universidade Estadual de Campinas

Engenheira Florestal e Socióloga, formada pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - UNESP (2006) e Universidade Paulista (2018), respectivamente.  Mestra em Ciências Florestais pela Universidade Federal Rural de Pernambuco - UFRPE (2009), desenvolvendo trabalhos na área de etnobotânica, etnoecologia e etnoictiologia, envolvendo pesquisas e projetos de extensão rural e pesqueira junto aos agricultores(as) familiares e comunidades tradicionais do agreste e sertão de Pernambuco, indígenas e pescadores (as) artesanais. Coordenou a pesquisa "Levantamento dos danos às atividades da pesca artesanal, e recreativa" em Assessoria técnica às atingidas e atingidos pelo rompimento da Barragem de Brumadinho, Minas Gerais, junto à empresa Enraíze, soluções Participativas (SP). Atualmente é doutoranda da UNICAMP (FEAGRI) e  trabalha com a temática dos sistemas alimentares sustentáveis. Tem experiência também nas áreas da sociologia rural, convivência com o semiárido, agroecologia, extensão rural e pesqueira, trabalhando com a agricultura familiar, pesca artesanal e mulheres rurais. É integrante do Núcleo de Estudos e Práticas Agroecológicas do Semiárido - NEPPAS (UFRPE/UAST) e do DADÁ: Grupo de Pesquisa em Relações de Gênero, Sexualidade e Saúde  (UFRPE/UAST), desenvolvendo estudos sobre questões de gênero, divisão sexual do trabalho e uso do tempo.

Postado

08/04/2024

Cómo citar

AVANCES EN LA ESCUELA FEMENINADE: QUÉ MUJERES HABLAMOS?. (2024). In SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.8337

Serie

Humanidades

Plaudit

Declaración de datos

  • Los datos de investigación están incluidos en el propio manuscrito

  • Los datos de investigación están disponibles a petición, condición justificada en el manuscrito