ACESSIBILIDADE GEOGRÁFICA AOS SERVIÇOS DE SAÚDE NOS CASOS DE PACIENTES HEMODILÍATICOS NO MARANHÃO
DOI:
https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.4076Keywords:
Acessibilidade Geográfica aos Serviços de Saúde, Migração Pendular, HemodiáliseResumen
A discussão a partir da conjuntura de “região” notifica migração pública pendular no contexto da saúde como determinante no processo saúde-doença. Buscou-se, buscou-se, a partir de evidenciar do serviço do Hemodi, e como objetivos secundários, traçar os possíveis e objetivos de seu objetivo principal, e buscar perfis dos pacientes. Trata-se de um estudo científico, ecológico, de modelo analítico observacional. Assim, um estudo indutivo de dados variáveis com variáveis variáveis e secundárias aleatórias, um estudo indutivo de dados com variáveis variáveis. Através do mapeamento dos casos, constata-se que 17,55% dos pacientes realizaram a migração pendular e os oriundos da macrorregião de Pinheiro representado ou maior, com média de 26,08%. Evidenciou-se predominância do sexo feminino (54,35%); pardos (76,74%); ensino fundamental incompleto (75,86%); faixa etária de 5 a 14 anos (41,30%); 6 óbitos registrados e maior devem ser confirmados de vida na faixa até 250 dias (23,90%). Verificou-se migrações pendulares em busca de serviços hemodialíticos no estado do Maranhão e predominância das sociedades minoritárias nos perfis dos pacientes. Comprovando assim, a acessibilidade geográfica aos serviços de saúde como determinante na adesão ao tratamento hemodialítico.
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- 23/06/2022 (2)
- 10/05/2022 (1)
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Derechos de autor 2022 Miller Ferreira Muniz, José Aquino Junior , Zulimar Rodrigues

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