Preprint / Versión 1

Tendencia y Georreferenciación de las Tasas de Hospitalización y Mortalidad por Cáncer de Boca en el Estado de Goiás, Brasil, 2010-2020

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  • Ana Laura de Sene Amâncio Zara Universidade Federal de Goiás image/svg+xml https://orcid.org/0000-0001-7012-9078
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  • Filipe Biokion Universidade Federal de Goiás image/svg+xml https://orcid.org/0009-0008-1539-5101
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  • Andrezza Santos Universidade Federal de Goiás image/svg+xml https://orcid.org/0009-0005-6785-6123
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  • Nara Siqueira Universidade Federal de Goiás image/svg+xml https://orcid.org/0000-0001-8171-7158
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  • Rejane Ribeiro-Rotta Universidade Federal de Goiás image/svg+xml https://orcid.org/0000-0002-3267-5745
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DOI:

https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.18424

Keywords:

Neoplasias de la boca, Analisis espacial, Hospitalización, Mortalidad, Mapeo geográfico

Resumen

Introducción: La incidencia del cáncer de boca en Brasil está entre las más altas del mundo y su etiología puede verse fuertemente influida por diferencias geoespaciales. El acceso al diagnóstico y al tratamiento se concentra en las grandes ciudades, lo que compromete la distribución equitativa de los recursos, y la georreferenciación de muertes y hospitalizaciones apoya la formulación de políticas públicas. Objetivo: Investigar la tendencia y la distribución espacial de las tasas de hospitalización y mortalidad por cáncer de boca en el Estado de Goiás, Brasil. Método: Estudio ecológico de serie temporal y análisis espacial, con datos del Sistema de Información Hospitalaria (SIH-SUS) y del Sistema de Información sobre Mortalidad (SIM), obtenidos del DataSUS, referentes a 2010-2020. Las tasas se calcularon por 100.000 habitantes. Se aplicó la regresión de Prais-Winsten (p<0,05) en STATA 14 y análisis espacial con el Índice de Moran Global, el Índice de Moran Local (LISA) y las Tasas Bayesianas Empíricas en TerraView 4.2.2. Resultados: La tasa de hospitalización varió de 0,3 (2010) a 10,3 (2012) por 100.000 habitantes; la tendencia fue estacionaria en 59 municipios, creciente en 10 y decreciente en dos, con conglomerados en tres regiones (Central, Norte y Oeste). La tasa de mortalidad varió de 1,8 (2010) a 2,8 (2018), con tendencia estacionaria en 32 municipios y creciente en tres; no se identificaron clústeres de mortalidad en 2010, con la aparición de dependencia espacial y clústeres de mortalidad en 2020. Conclusión: El Estado de Goiás mostró una descentralización gradual de las hospitalizaciones para el tratamiento del cáncer de boca y una tendencia creciente en la mortalidad entre 2010 y 2020.

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Biografía del autor/a

Ana Laura de Sene Amâncio Zara, Universidade Federal de Goiás

Graduada em Farmácia com Habilitação para Análises Clínicas, Mestre e Doutora em Epidemiologia, Especialista em Avaliação de Tecnologias em Saúde,  e em Docência do Ensino Superior. Fez estágio de pós-doutoramento no Programa de Pós-graduação de Odontologia da Faculdade de Odontologia da Universidade Federal de Goiás (PPGO/FO/UFG) em ATS (2019-2021). Atuou como pesquisadora e docente no Vértice da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Campus Diadema. Atualmente, é pesquisadora do Centro de Excelência em Tecnologia e Inovação em Saúde (CETI-Saúde/UFG) e Professora Permanante do Programa de Pós-graduação em Assistência e Avaliação de Tecnologias em Saúde da Faculdade de Farmácia (PPGAAS/FF/UFG), Professora Adjunta do Instituto de Inovação em Gestão (IIG/UFG) e Coodenadora do Curso de Bacharelado em Gestão em Saúde Digital do IIG/UFG. Está cursando a Especialização em Estatística Computacional Aplicada na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e tecnólogo em Big Data e IA pela PUC-GO. Atua principalmente nos seguintes temas: epidemiologia, avaliação de tecnologias em saúde, informática em saúde, saúde digital, bioestatística, estudos de coorte, revisão editorial e escrita científica. 

Filipe Biokion, Universidade Federal de Goiás

Graduado em Odontologia , estagiário e estudante de iniciação científica do Centro Goiano de Doenças da Boca da Faculdade de Odontologia da Universidade Federal de Goiás (CGDB-FO-UFG), centro de referência na região centro-oeste na prevenção, diagnóstico e tratamento das afecções do complexo bucomaxilofacial.Especialista em Radiologia e Imaginologia Odontológica. Mestrando em Clínica Odontológica pelo Programa de Pós-Graduação em Odontologia pela Universidade Federal de Goiás, campus de Goiânia.

Andrezza Santos, Universidade Federal de Goiás

Graduada em Odontologia, Estagiária e estudantes de iniciação científica do Centro Goiano de Doenças da Boca da Faculdade de Odontologia da Universidade Federal de Goiás (CGDB-FO-UFG), centro de referência na região centro oeste na prevenção, diagnóstico e tratamento das afecções do complexo bucomaxilofacial, com trabalho indicado ao PRÊMIO UFG DE INICIAÇÃO À PESQUISA CIENTÍFICA, TECNOLÓGICA E EM INOVAÇÃO. 

Nara Siqueira, Universidade Federal de Goiás

Doutoranda e mestre em Odontologia, com área de concentração em Clínica Odontológica, pela Universidade Federal de Goiás (UFG). Possui graduação em Odontologia pela mesma instituição (UFG). É especialista em Economia e Gestão em Saúde: Ênfase em Avaliação de Tecnologia em Saúde (ATS) pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Desenvolve pesquisas relacionadas à estomatologia, biologia oral, imaginologia, implantodontia, câncer de boca, saúde coletiva, economia da saúde e saúde digital.

Rejane Ribeiro-Rotta, Universidade Federal de Goiás

Possui graduação em Odontologia pela Universidade Federal de Goiás, especialização em Radiologia Bucomaxilofacial e Estomatologia, mestrado e doutorado em Odontologia (Diagnóstico Bucal), Doutorado Sandwich - Universidade de Rochester, EUA e Pós-doutorado pela Universidade de Malmo, Suécia. É professora da Faculdade de Odontologia da Universidade Federal de Goiás desde 1991, atualmente professora titular. Fundadora do Centro Goiano de Doenças da Boca da Faculdade de Odontologia da UFG (CGDB-FO-UFG), tendo sido sua coordenadora por 20 anos (1992-2004; 2007-2017). E docente permanente de dois Programas de Pós-graduação da UFG (em Odontologia e Ciências da Saúde), tendo sido vice coordenadora do Programa em Ciências da Saúde (2014-2015) e Coordenadora do Programa em Odontologia (2016-2017). Fundadora e Coordenadora da Comissão de Governança da Informação em Saúde da UFG (2011-2018). Na gestão superior: foi Diretora de Pesquisa junto à Pró-reitoria de Pesquisa e Inovação da UFG (2018-2021), Secretária Adjunta de Relações Internacionais (SRI) da UFG (2021-2025). Possui experiência em cooperação internacional, tendo coordenado por 8 anos um Programa de intercâmbio entre Brasil e Suécia (Linnaeus-Palme, Universidade de Malmö). Principais temáticas de pesquisa: Diagnóstico por imagem da região bucomaxilofacial (tomografia computadorizada, imagens por ressonância magnética), Diagnóstico de lesões da região bucomaxilofacial / Câncer de boca; Dores crônicas bucomaxilofaciais e Desordens temporomandibulares; Avaliação do tecido ósseo / qualidade óssea maxila e mandíbula; Tradução do conhecimento - Prática baseada em evidência, Informação e Informática em saúde. Dentre os projetos de pesquisa atualmente mais ativos destacam-se: Detecção/diagnóstico precoce do câncer de boca e avaliação econômica em saúde neste contexto; registro eletrônico de informação em saúde / delineamento de modelo informacional; implementação do conhecimento.

Enviado

22/10/2026

Postado

26/10/2026

Cómo citar

Tendencia y Georreferenciación de las Tasas de Hospitalización y Mortalidad por Cáncer de Boca en el Estado de Goiás, Brasil, 2010-2020. (2026). In SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.18424

Serie

Ciencias de la Salud

Plaudit

Declaración de datos

  • Los datos de investigación están incluidos en el propio manuscrito