Novo contorno do arco do desmatamento: A Gestão de Áreas Protegidas pode mitigar o risco a Povos Indígenas Isolados?
DOI:
https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.18172Keywords:
povos indígenas isolados, análise de principais componentes, gestão de áreas protegidas, amazôniaResumen
Os Povos Indígenas Isolados da Amazônia vivem sob pressão crescente. Localizá-los e defender seus territórios depende de expedições caras e arriscadas e de decisões de gestão que raramente contam com evidência espacial. Um Índice de Risco a Povos Indígenas Isolados (IRPII) reúne quinze vetores de pressão territorial, sintetizados por Análise de Principais Componentes, e pergunta se a gestão de áreas protegidas pode conter a ameaça. Um modelo espacial autorregressivo combinado (SAC) mede a relação entre o IRPII e atributos de gestão de Unidades de Conservação (UC). O que protege não é a categoria da Unidade de Conservação, mas a qualidade da gestão e a sobreposição com Terras Indígenas. A alocação de recursos é reativa, só as UCs mais ameaçadas são apoiadas. A modelagem espacial instrumentaliza a gestão de áreas protegidas e confere base empírica à política indigenista brasileira.
Downloads
Enviado
Postado
Cómo citar
Serie
Derechos de autor 2026 Daniel Figueiredo Silva, Ubirajara Oliveira, Daniel Cangussu, Maria Auxiliadora Drumond

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
Datos de los fondos
Plaudit
Declaración de datos
-
Los datos de investigación ya están disponibles en uno o más repositorio de datos


