Preprint / Versión 2

A SUBSUNÇÃO E PLATAFORMIZAÇÃO DO TRABALHO: A DESANTROPOMORFIZAÇÃO E EXTRAÇÃO DE MAIS-VALOR EM TEMPOS DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

article.authors6a9a50dc3f7bd

DOI:

https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.17770

Keywords:

subsunção, plataformização do trabalho, desantropomorfização do trabalho, inteligência artificial, mais-valor

Resumen

O presente estudo tem por objetivo analisar as transformações nas relações de trabalho no capitalismo contemporâneo, com ênfase no avanço do neoliberalismo, da flexibilização e das tecnologias da Indústria 4.0. No Brasil, processos como terceirização, contrarreformas trabalhista e previdenciária, pejotização e novas formas de contratação ampliaram a transferência dos riscos e responsabilidades do trabalho para os/as trabalhadores/as. Nesse contexto, a plataformização, articulada à inteligência artificial (de)generativa, automação e gestão algorítmica, reestrutura os processos produtivos e intensifica mecanismos de controle, precarização e exploração. A pesquisa, de caráter teórico-bibliográfico, fundamenta-se no debate com a sociologia do trabalho, articulando categorias como trabalho vivo e trabalho morto, desantropomorfização do trabalho, subsunção e extração de mais-valor. Busca-se compreender como as plataformas digitais constituem as cadeias globais de valor e novas formas de organização e acumulação do capital, sem eliminar a centralidade do trabalho humano na produção de valor. Conclui-se que, embora a automação amplie a substituição do trabalho vivo pelo trabalho morto, o capitalismo permanece dependente da exploração do trabalho vivo para extrair mais-valor.

Downloads

Los datos de descarga aún no están disponibles.

Enviado

01/09/2026

Postado

02/09/2026 — Actualizado el 03/09/2026

Versiones

Cómo citar

A SUBSUNÇÃO E PLATAFORMIZAÇÃO DO TRABALHO: A DESANTROPOMORFIZAÇÃO E EXTRAÇÃO DE MAIS-VALOR EM TEMPOS DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL. (2026). In SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.17770 (Original work published 2026)

Serie

50ª Reunión Anual de la ANPOCS

Plaudit

Justificación de la versión

Adicionei uma única e exclusiva nota de rodapé na primeira palavra IA (de)generativa: Essa é uma expressão recentemente constituída por Ricardo Antunes, o qual explica, que a Inteligência Artificial é Generati-va para o capital, em virtude da ampliação dos lucros do capital sobre o trabalho e degenerativa para a humanidade por se consolidar o projeto de destruição do ecossistema. Por isso, atribuímos e fazemos uso da licença poética do autor “IA (de)generativa” ao longo da redação.

Declaración de datos