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¿Profesor y médico? percepciones de las funciones docentes en un curso de medicina: metodologías activas

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DOI:

https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.15467

Keywords:

Docentes, Educación Médica, Formación Académica

Resumen

Esta investigación analizó las percepciones sobre las funciones desempeñadas por los docentes en un curso de Medicina, en el sur de Brasil, que utiliza metodologías activas. El estudio se justifica por la necesidad de comprender cómo la práctica docente influye en la formación de médicos reflexivos y comprometidos, especialmente ante las actualizaciones de las Directrices Curriculares Nacionales. Metodológicamente, se realizó una investigación cuantitativa y cualitativa con 41 profesores, médicos y no médicos, que trabajan en los ciclos básico y clínico. Los datos se recopilaron mediante un cuestionario mixto adaptado de Harden y Lilley y se sometieron al análisis de contenido de Bardin. Los resultados indican que la función de facilitador del aprendizaje o mentor es la que más se atribuye a los docentes, independientemente del perfil profesional o del ciclo de actuación. Se observó que los docentes médicos valoran más el papel de modelo en la práctica clínica, mientras que los docentes no médicos enfatizan las competencias pedagógicas y el ciclo básico. Se concluye que, a pesar de las variaciones de percepción moldeadas por las trayectorias formativas, existe un consenso sobre la centralidad de la mediación pedagógica. El estudio destaca la importancia de los programas de formación docente que fortalecen las competencias de orientación y apoyo al aprendizaje, promoviendo una práctica integrada y acorde con las demandas de la educación médica contemporánea.

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Biografía del autor/a

Luí­sa Heinzen Cescon, Universidade para o Desenvolvimento do Alto Vale do Itajaí

Acadêmica de Medicina com interesse em saúde coletiva, epidemiologia e educação médica, atuando em projetos de pesquisa voltados à análise epidemiológica e às percepções sociais relacionadas à saúde.

Tatiane Muniz Barbosa, Universidade para o Desenvolvimento do Alto Vale do Itajaí

Doutora em Saúde Coletiva pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC-2015), Mestre em Saúde e Gestão do Trabalho (2006) pela Universidade do Vale do Itajaí (UNIVALI), especialização em Saúde da Família pela Universidade do Sul de Santa Catarina (UNISUL-2006) e graduação em Psicologia pela Universidade do Vale do Itajaí (UNIVALI-2002). Docente, coordenadora do Teste de Progresso e assessora na coordenação do curso de Medicina da UNIDAVI (Centro Universitário para o Desenvolvimento do Alto Vale do Itajaí). Possui experiência em cursos de graduação de: Medicina, Psicologia, Odontologia, Fisioterapia, Educação Física, Enfermagem, Biomedicina. Foi Coordenadora de Residência Multiprofissional em Saúde da Família e Comunidade e da Especialização em Psicologia Social Comunitária e também foi Coordenadora de Pesquisa (UNIPLAC). Atua, principalmente, nas seguintes áreas: Educação Médica; Saúde Coletiva; Formação em Saúde; Ética e Bioética; Teste de Progresso; Metodologias Ativas; Psicologia da Saúde.

Ana Júlia Probst Nichellatti, Universidade para o Desenvolvimento do Alto Vale do Itajaí

Acadêmica de Medicina com interesse em saúde coletiva, epidemiologia e educação médica, atuando em projetos de pesquisa voltados à análise epidemiológica e às percepções sociais relacionadas à saúde.

Postado

20/03/2026

Cómo citar

¿Profesor y médico? percepciones de las funciones docentes en un curso de medicina: metodologías activas. (2026). In SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.15467

Serie

Educação em Revista

Plaudit

Declaración de datos

  • Los datos de investigación están incluidos en el propio manuscrito