Suplementação de prebióticos e probióticos em crianças autistas: revisão integrativa
DOI:
https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.2672Palavras-chave:
autismo, probióticos, prebióticos, suplementaçãoResumo
Objetivo: Avaliar o uso da suplementação de probióticos e prebióticos em crianças autistas. Fonte de dados: Foram identificados artigos nas bases de dados PubMed e SciELO. Para a localização dos estudos foram utilizados descritores em inglês cadastrados no Descritores em Ciências da Saúde (DeCS): Prebiotics. Probiotics. Autism Spectrum Disorder. Gut microbiota. Bifidobacterium. A busca limitou-se a artigos em inglês e compreendeu os anos de publicação entre 2015-2021. Síntese de dados: Um total de 6 ensaios clínicos realizados em crianças com autismo foram revisados sistematicamente. Com relação aos tipos de suplementações utilizadas foram 3 estudos que utilizaram probióticos, 2 que utilizaram prebióticos e probióticos e 1 que fez apenas o uso de prebióticos. Apesar da quantidade escassa de estudos, os mesmos tiveram resultados notáveis com relação à suplementação de probióticos e prebióticos em crianças com Transtorno do Espectro Autista. Em alguns estudos foi possível observar a melhora na gravidade do autismo e melhorias com relação ao comportamento antissocial, já em outros houve o aumento de bactérias benéficas e diminuição das patogênicas no trato gastrintestinal levando a melhora de sintomas gastrointestinais recorrentes. Conclusões: É perceptível que o uso de prébióticos e probióticos pode promover diversos benefícios para os portadores de autismo, porém são necessários estudos com um número maior de indivíduos e havendo padrões quanto aos regimes de intervenção.
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- 03/01/2022 (2)
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