Internacionalizar sem perder a essência jamais: a autoavaliação como eixo da internacionalização na Pós-Graduação em Educação
DOI:
https://doi.org/10.1590/1982-57652026v31id303464Palavras-chave:
glocalização , internacionalização, política educacionalResumo
Este artigo teórico-analítico discute a relação intrínseca entre os processos de autoavaliação e as políticas de internacionalização nos Programas de Pós-Graduação em Educação (PPGE) no Brasil, à luz das diretrizes estabelecidas pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) para o ciclo avaliativo 2025-2028. Argumenta-se que a internacionalização, para ser efetiva e sustentável, deve ultrapassar a ênfase em métricas quantitativas de mobilidade e produção, ancorando-se em um processo contínuo de autoavaliação capaz de preservar e valorizar a vocação loco-regional de cada programa. O título, inspirado na máxima de Che Guevara, reflete a tensão entre as pressões globais por excelência e a responsabilidade social e política das universidades em relação aos contextos nos quais se inserem. Tomando como estudo de caso as diretrizes de um PPG em Educação com forte inserção regional, o texto analisa como a autoavaliação pode constituir um mecanismo estratégico para uma internacionalização que promova a "glocalização", articulando as dimensões global e local e fortalecendo pesquisas com impacto social e educacional em sua área de abrangência.
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Copyright (c) 2026 Marco Wandercil, Ana Silvia Moço Aparício, Marta Regina Paulo de Silva, Nonato Assis de Miranda, Sanny Silva da Rosa

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