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¿Es comprensible el modelado con vídeos de movimientos oculares? Lo que revelan las anotaciones

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  • Juliana do Amaral Universidad Federal de Santa Catarina image/svg+xml https://orcid.org/0000-0003-1024-6066
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    • Project Administration
  • Davi Alves Oliveira Universidade do Estado da Bahia image/svg+xml https://orcid.org/0000-0001-6834-0579
    • Data Curation
    • Formal Analysis
    • Writing – Review & Editing
    • Methodology
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    • Writing – Original Draft Preparation
    • Investigation
  • Mailce Borges Mota Universidad Federal de Santa Catarina image/svg+xml https://orcid.org/0000-0002-8674-2480
    • Data Curation
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    • Project Administration
    • Supervision
    • Writing – Review & Editing

DOI:

https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.15902

Keywords:

EMMEs, annotation

Resumen

Los ejemplos modelados con movimientos oculares (EMME, por sus siglas en inglés) son un tipo de instrucción basada en vídeo que utiliza la mirada de un modelo para dirigir la atención del espectador directamente hacia los procedimientos que se están enseñando. Sus aplicaciones abarcan ámbitos como el deporte, la aviación, la formación médica y la enseñanza de la lectura. Se parte de la hipótesis de que observar a un modelo puede incitar al espectador a aplicar estos procedimientos en tareas similares en el futuro, y que visualizar comportamientos adecuados e inadecuados puede dar lugar a un análisis comparativo. Si los efectos de los EMMEs se miden habitualmente en tareas de transferencia y en la similitud entre el modelo y el observador, pocos estudios han empleado pruebas de comprensión en línea. En el presente estudio, analizamos el protocolo de anotación desarrollado por do Amaral et al. (2025), quienes utilizaron EMMEs para fomentar las competencias de lectura digital. Las notas consistían en descripciones del modelo y calificaciones justificadas. Planteamos la hipótesis de que las anotaciones no solo eran una verificación de la comprensión, sino también una herramienta metacognitiva que fomentaría el procesamiento de los EMME. También investigamos una posible correlación entre las puntuaciones de las anotaciones y el desempeño en las tareas de transferencia del estudio anterior. Los resultados indicaron que los participantes comprendieron los modelos del video, como lo demuestran las altas puntuaciones obtenidas en las descripciones y valoraciones. Sin embargo, los análisis cualitativos de las justificaciones revelaron que los participantes prestaron atención a aspectos del contenido que no habían sido destacados por el modelo. La relevancia del contenido se justifica a la luz del propósito de las EMME, cuyo objetivo era desarrollar competencias de lectura digital. Las puntuaciones de las anotaciones no se correlacionaron con las medidas de transferencia. Interpretamos este resultado como indicativo de la distinción entre la metacognición y el aprendizaje observacional, en que el efecto de que los EMME se mantiene independiente de los procesos de elaboración escrita.

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Biografía del autor/a

Juliana do Amaral, Universidad Federal de Santa Catarina

Pesquisadora de pós-doutorado júnior CNPq no LabLing - Laboratório da linguagem e processos cognitivos com projeto de internacionalização na Universitá Degli Studi di Firenze (2025). Doutora em Estudos Linguísticos no Programa de Pós-graduação em Inglês - Estudos Linguísticos e Literários pela Universidade Federal de Santa Catarina (PPGI/UFSC/CAPES) com período de doutorado sanduíche CAPES Print (2021/2022) na Unidade de Pesquisa Interdisciplinar em Leitura (ERI-lectura) - Universitat de València (Espanha). Mestre em Inglês - estudos Linguísticos e Literários pelo mesmo programa (2017-2019). Licenciada em Letras Português e Inglês pela Universidade da Região de Joinville - UNIVILLE (2008-2013). Tem experiência com ensino de inglês em cursos de idiomas, no ensino fundamental anos finais e ensino médio, técnico e superior. Seus interesses de pesquisa orbitam a área de Psicolinguística, com foco em compreensão leitora em língua adicional, compreensão de textos múltiplos, metacognição, comportamento estratégico e desenvolvimento de competências para a leitura em meio digital.

Davi Alves Oliveira, Universidade do Estado da Bahia

Professor Auxiliar B da Universidade do Estado da Bahia (UNEB). Atua como Coordenador de Colegiado do Curso de Letras Língua Inglesa e Respectivas Literaturas do Departamento de Ciências Humanas, Campus IV, da UNEB. Atua como pesquisador nos grupos de pesquisa Processamento de Linguagem Bilíngue (ProLinGue/UFRGS), Fuxicos e Boatos (SENAI/DR/BA) e Formação em Linguagem e Ensino (FALE/UNEB). É Doutor em Difusão do Conhecimento pelo Programa de Pós Graduação em Difusão do Conhecimento (PPGDC - UFBA, UNEB, IFBA, UEFS, LNCC, SENAI CIMATEC), Mestre em Inglês pela UFSC, Licenciado em Letras pela UNEB e Técnico em Informática pelo IFBA. É programador com experiência em análise de dados e desenvolvimento de instrumentos de pesquisa. Tem como principal interesse de pesquisa a modelagem de fenômenos psicolinguísticos baseada em redes.

Mailce Borges Mota, Universidad Federal de Santa Catarina

Professora Titular do Departamento de Língua e Literatura Estrangeiras da UFSC. Docente permanente do Programa de Pós-Graduação em Inglês e do Programa de Pós-Graduação em Linguística, na mesma instituição. Possui doutorado em Letras /Inglês e Literatura Correspondente (UFSC, 2000). Realizou estágio de doutorado no Departamento de Linguística da Universidade de Minnesota (1998-1999/CAPES), sob supervisão de Andrew Cohen. Realizou estágio pós-doutoral no Brain Language Lab, Departamento de Neurociência, Georgetown University (2008-2009), sob supervisão de Michael Ullman. Realizou estágio sênior no Max Planck Institute for Psycholinguistics, em Nijmegen (2017-2018/CAPES), sob a supervisão de Peter Hagoort. Foi professora visitante na Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da Universidade do Algarve (2010), com apoio financeiro do Programa Erasmus Mundus. Coordenou o GT de Psicolinguística da ANPOLL no biênio 2016-2018. É membro fundador da Rede Nacional de Ciência para Educação (Rede CpE). Coordena o Laboratório da Linguagem e Processos Cognitivos (LabLing), onde conduz estudos sobre a interface entre processamento da linguagem, sistemas de memória e processos atencionais com o uso de métodos eletrofisiológicos e comportamentais, incluindo o rastreamento ocular. É membro do corpo editorial da série Cambridge Elements in Psycholinguistics (Cambridge University Press), do GT de Psicolinguística da ANPOLL, da Comissão de Psicolinguística e Neurolinguística da ABRALIN, editora-chefe da Revista da ANPOLL e editora responsável pelos números temáticos em estudos linguísticos da Revista Ilha do Desterro.

Postado

04/05/2026

Cómo citar

¿Es comprensible el modelado con vídeos de movimientos oculares? Lo que revelan las anotaciones. (2026). In SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.15902

Serie

Linguística, letras y artes

Plaudit

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