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SEMINÁRIOS. DISCIPLINAS. EXPERIVIVÊNCIAS DESCOLONIAIS. PROCESSOS TRANS-FORMATIVOS DE PROFESSORES/AS DE ARTE

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DOI:

https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.6658

Palavras-chave:

Formação Docente, Professor/a/e de Arte, Arte, Arte-Educação Descolonial, Educação

Resumo

A pergunta é: existe, deve existir, como pode ou deve ser o perfil de um professor ou professora e professore de Arte? Também podemos perguntar: qual é, qual deve ser, como deve ser e se precisa ser diferente a postura docente e a formação docente de um/uma/un professor/a/e de Arte? Estas e outras perguntas possíveis levam em consideração duas condições: a minha situação docente em cursos de graduação – licenciaturas –, e no mestrado/doutorado profissional na linha de pesquisa de “Formação de Professores, Culturas e Diversidade”, e, ainda muito importante, as reais condições da disciplina Arte no contexto das Escolas – em todos os níveis da Educação Básica, pública ou privada – quase sempre serem de desinteresses, desimportância, descredibilidade, desvalorização, em todas as instâncias escolares, em relação às demais disciplinas das grades curriculares do ensino básico brasileiro. Ora porque a Área é, desde sempre, diminuída em relação à Ciência; ora porque os corpos discente e docente não têm valores numéricos associados às atividades da disciplina; e, muito recentemente, a mecanização da Educação como um todo que tem atribuído mais falta de credibilidades às humanidades a fim de formar para o mercado de trabalho. Mas esta última não será aqui a discussão mais importante, ainda que não deixe de ser apresentada, pois, de modo mais efetivo, quero discutir aspectos da formação docente para lutar contra o perfil desacreditado da disciplina Arte e de professores/as na sociedade escolar e comunitária como um todo a partir da formação discente.

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Biografia do Autor

Marcos Antônio Bessa-Oliveira, Universidade Estadual de Mato Grosso do Su

Professor do Curso de Artes Cênicas, Dança e Teatro (Graduação), na Cadeira de Artes Visuais, e do Programa de Mestrado Profissional em Educação – PROFEDUC – da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul – UEMS na Unidade Universitária de Campo Grande – UUCG - Brasil. Pós-doutor em Estudos de Linguagens-FAALC-UFMS. Doutor em Artes Visuais pelo IA-Unicamp, Mestre em Estudos de Linguagens e Graduado em Artes Visuais – Licenciatura – Habilitação em Artes Plásticas pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. É líder do Grupo de Pesquisa NAV(r)E – Núcleo de Artes Visuais em (re)Verificações Epistemológicas (certificado pela UEMS/CNPq – que pode ser acessado em: dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/1456348756496114); é membro dos Grupos de Pesquisas: NECC – Núcleo de Estudos Culturais Comparados (UFMS/CNPq), Grupo de Pesquisa Estudos Visuais (UNICAMP/CNPq) e do Grupo de Pesquisa O PROCESSO IDENTITÁRIO DO INDÍGENA DE MATO GROSSO DO SUL: ANÁLISE DOCUMENTAL E MIDIÁTICA DA LUTA PELA TERRA - UFMS. ORCID iD - http://orcid.org/0000-0002-4783-7903

Postado

09/10/2023

Como Citar

SEMINÁRIOS. DISCIPLINAS. EXPERIVIVÊNCIAS DESCOLONIAIS. PROCESSOS TRANS-FORMATIVOS DE PROFESSORES/AS DE ARTE. (2023). Em SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.6658

Série

Linguística, letras e artes

Plaudit

Declaração de dados

  • Os dados de pesquisa estão contidos no próprio manuscrito