Preprint / Versão 1

A INCLUSÃO ESCOLAR DE CRIANÇAS COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA (TEA)

article.authors6a2b59ba0f7c4

DOI:

https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.5565

Palavras-chave:

Autismo, Criança, inclusão escolar, TEA

Resumo

O autista não deve ser compreendido como alguém que não consegue aprender, mas, sim, como uma pessoa que tem formas diferentes para alcançar este aprendizado. Dentre as características do transtorno, pode-se citar: os prejuízos nas interações sociais, deficiências na comunicação verbal e não-verbal e a limitação das atividades e dos interesses. O objetivo do presente trabalho é compreender como a inclusão escolar de uma criança autista pode auxiliá-la para um convívio social sem discriminações. A metodologia utilizada para a realização deste trabalho foi uma revisão de literatura. Utilizaram-se artigos científicos encontrados em bancos de dados como: SciELO, ERIC, Educ@ e Periódicos Portal Capes. Foram selecionados os trabalhos científicos apropriados ao tema, disponibilizados na língua portuguesa entre os anos de 2002 a 2022. Incluir não é só depositar a criança em uma sala de aula comum, é encontrar meios para que essa criança aprenda, se integre, se socialize. A inclusão da criança autista deve estar muito além da sua presença na sala de aula, deve almejar, sobretudo, a aprendizagem e o desenvolvimento das habilidades e potencialidades, superando as dificuldades. A inclusão de crianças autistas em classes regulares não pode ser sinônimo de matrícula. Faz-se mister que as políticas públicas busquem como primeiro passo dar prioridade à formação adequada e continuada para os professores. Sem essa ação, nenhuma intervenção pedagógica se fará possível. sobretudo, a aprendizagem e o desenvolvimento das habilidades e potencialidades, superando as dificuldades. A inclusão de crianças autistas em classes regulares não pode ser sinônimo de matrícula. Faz-se mister que as políticas públicas busquem como primeiro passo dar prioridade à formação adequada e continuada para os professores. Sem essa ação, nenhuma intervenção pedagógica se fará possível. sobretudo, a aprendizagem e o desenvolvimento das habilidades e potencialidades, superando as dificuldades. A inclusão de crianças autistas em classes regulares não pode ser sinônimo de matrícula. Faz-se mister que as políticas públicas busquem como primeiro passo dar prioridade à formação adequada e continuada para os professores. Sem essa ação, nenhuma intervenção pedagógica se fará possível.

Downloads

Os dados de download ainda não estão disponíveis.

Postado

09/03/2023

Como Citar

A INCLUSÃO ESCOLAR DE CRIANÇAS COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA (TEA). (2023). Em SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.5565

Série

Ciências Humanas

Plaudit