Pois minha raça falará desigualdade: uma estimativa do coeficiente de Gini para 2020
DOI:
https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.4376Palavras-chave:
trabalhadores universitários, pagamentos e transferências, coeficiente de Gini, política transversal de igualdade, laboratório de microdados “puma”Resumo
Em termos laborais, a Universidade Nacional Autónoma do México trata a iguais de forma desigual. Utilizando a escassa informação disponível sobre pagamentos aos trabalhadores (administrativos, académicos e funcionários) construímos uma unidade de equivalência. Nesta medida, fizemos os seus pagamentos comparáveis, ou seja, o pagamento por hora concedido a qualquer trabalhador “puma” –por exemplo, a um professor contratado por horas e a um professor titular de dedicação exclusiva. Tal como o CONEVAL soma aos rendimentos das pessoas as transferências recebidas, adicionamos aos pagamentos dos funcionários as várias “transferências” monetárias e não monetárias que recebem regularmente. Para estimar a desigualdade nos pagamentos, usamos o coeficiente de Gini –que ascendia a 0,65 em 2020. Uma conclusão é óbvia, o modelo de gestão da UNAM é invertido –focado em sua burocracia e equipe em tempo integral, e não no assunto professores que ensinam mais de 70% das horas de aula e seus alunos– e tem que ser substituído agora. Nesse sentido, vamos apontar algumas ações para reduzir a dispersão salarial entre os trabalhadores universitários.
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