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REPRESENTATIVIDADE E DEFICIÊNCIA: OCUPAR PARA TRANSFORMAR

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DOI:

https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.3169

Palavras-chave:

Pessoas com Deficiência, Representatividade, Eleições, Justiça, Desigualdade

Resumo

O presente texto analisa o cenário referente as eleições brasileiras de 2020 no que diz respeito a participação de pessoas com deficiência. Utiliza a base de dados do Tribunal Superior Eleitoral, estratificando os números eleitorais em 04 grupamentos: eleitorado, candidaturas, comparecimento e sucesso eleitoral. Os resultados encontrados destacam significativas distorções quanto ao número do eleitorado e baixa representatividade no que se refere aos registros de candidaturas e sucesso eleitoral de pessoas com deficiência. Finaliza salientando que a ocupação de postos eletivos exerce efeito catalisador à criação e ampliação de políticas públicas que promovam acessibilidade, incremente direitos sociais e efetivamente melhorem a vida das pessoas com deficiência. Trata-se de estudo empírico que agrega contribuições a literatura sobre representação política, inclusão política de minorias e, aos estudos sociais que já analisa os vieses de representação de gênero e raça a relevante, e ainda pouco debatida, temática referida à pessoa com deficiência.

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Biografia do Autor

Gustavo Martins Piccolo, Universidade de Araraquara

Pós doutorado em Educação Especial pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar)Doutor em Educação Especial pela UFSCar; Mestre em Educação pela UFSCar; Especialista em Educação Física pela UNICAMP; Graduado e Bacharel em Educação Física pela UFSCar; graduado em Pedagogia pela Uninove. Professor do Centro Universitário de Araraquara e palestrante em temáticas como Sociologia da educação; Sociologia; Educação Física; Educação Especial, Psicologia Histórico-Cultural, Pedagogia Histórico-Crítica. Autor de diversos artigos publicados em periódicos científicos e do livro Por um pensar sociológico sobre a deficiência.

Eniceia Gonçalves Mendes, Universidade Federal de São Carlos

Doutorado em Psicologia pelo IP-USP (1995), Mestrado em Educação Especial na UFSCar, Graduação em Psicologia na FCLRP-USP. Professora Titular da Universidade Federal de São Carlos, docente do Depto de Psicologia, do Programa de Pós-Graduaçao em Educação Especial, coordenadora da rede de pesquisadores do Observatório Nacional de Educação Especial (ONEESP), líder do Grupo de Pesquisa sobre Formação de Recursos Humanos em Educação Especial (GP-FOREESP). Estágios no exterior (Estados Unidos, França, México e Peru), e pós-doutorado na Université Paris V- Sorbonne na França (2007-2008) e na Universidade de Salamanca na Espanha (2017-2018).

Postado

10/11/2021

Versões

Como Citar

REPRESENTATIVIDADE E DEFICIÊNCIA: OCUPAR PARA TRANSFORMAR. (2021). Em SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.3169

Série

Ciências Humanas

Plaudit