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DOI do preprint publicado https://doi.org/10.1590/0102-4698368536641
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DIFERENÇAS CONCEITUAIS E PEDAGÓGICAS ENTRE OS TERMOS “BRINCADEIRA” E “JOGO” NO BRASIL

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DOI:

https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.2803

Palavras-chave:

jogo, brincadeira, teoria histórico-cultural, jogo de papéis, educação infantil

Resumo

Este artigo é parte de tese titular, cujo objetivo foi identificar as diferenças teóricas entre os conceitos de jogo e brincadeira, o papel de cada um deles nas aprendizagens das crianças e implicações nas práticas pedagógicas na Educação Infantil. A Teoria Histórico-Cultural fundamentou a pesquisa teórica e o método genético na metodologia, a partir do levantamento bibliográfico em livros e artigos científicos sobre “brincadeira” e “jogo” e em autores russos apenas sobre o “jogo”. Os resultados indicaram que a brincadeira é atividade principal de crianças de zero a três anos, diferente do que é usualmente adotado na área para todas as faixas etárias da Educação Infantil. O jogo discutido no referencial Histórico-Cultural, normalmente traduzido por brincadeira, contrariamente, refere-se ao “jogo de papéis”, o qual foi evidenciado como atividade principal de crianças de três a seis anos. A importância desses resultados para as aprendizagens das crianças corrobora a centralidade do aspecto lúdico nos conteúdos da Educação Infantil, diferenciando-os em suas especificidades, ou seja, a brincadeira como atividade principal de crianças de 0 a 3 anos necessita evoluir para jogos de papéis de crianças de 3 a 6 anos, uma vez que ambos são essenciais para que elas evoluam de atividades involuntárias às atividades voluntárias. As implicações dessa pesquisa para as práticas pedagógicas centram-se na necessidade de o corpo docente conhecer e passar a incluir os jogos de papéis nas atividades das crianças de 3 a 6 anos, auxiliando-as no desenvolvimento da autonomia, de atividades volitivas e autocontrole de suas atitudes.

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Biografia do Autor

Maria Aparecida Mello, Universidade Federal de São Carlos

Professora Titular/Sênior da Universidade Federal de São Carlos, tese titular defendida em 20/12/2018, lotada no Departamento de Teorias e Práticas Pedagógicas e credenciada no Programa de Pós-Graduação em Educação, ambos do Centro de Educação e Ciências Humanas. Coordena o Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre a Escola de Vigotsky, NEEVY, cadastrado na plataforma Lattes e certificado pela UFSCar. Exerceu no período de 2012-2016 o cargo de Pró-Reitora Adjunta de Assuntos Comunitários e Estudantis junto à PROACE,UFSCar. Possui Doutorado em Educação pela Universidade Federal de São Carlos (2001); Mestrado em Educação Especial (Educação do Indivíduo Especial) pela UFSCar (1996); graduação em Pedagogia pela UFSCar (1994) e graduação em Educação Física pela Fundação Educacional São Carlos - Escola de Educação Física de São Carlos (1983). Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Educação Infantil, atuando principalmente nos seguintes temas: Educação Infantil ;Aprendizagem e Desenvolvimento Infantis; Desenvolvimento Cultural de Crianças, jovens e adultos; Atividades de Brincadeiras e Jogos de Papéis na Infância; Atividade de Movimento na Infância; Consumismo na Infância; A criança e as tecnologias; Neurociência e Educação.

Postado

09/09/2021

Como Citar

DIFERENÇAS CONCEITUAIS E PEDAGÓGICAS ENTRE OS TERMOS “BRINCADEIRA” E “JOGO” NO BRASIL. (2021). Em SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.2803

Série

Ciências Humanas

Plaudit