Migração, coerção e injustiças: deslocando caminhos normativos e construindo vocabulários críticos
DOI:
https://doi.org/10.25091/S01013300202600030002Palavras-chave:
teoria política da migração, regime de fronteiras, nacionalismo metodológico, estatismo epistemológico, injustiça migratóriaResumo
Este artigo desloca o foco da teoria política da migração da admissão para o regime de fronteiras como instituição coercitiva historicamente situada. Defende que sua coerção só se justifica por razões que as pessoas a ela submetidas não poderiam razoavelmente recusar. Desenvolve cinco deslocamentos que submetem à crítica as condições institucionais, epistêmicas e históricas dessa justificação.
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Números do Financiamento 2024/12506-0;2019/18523-6;2022/05525-3
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