Cognição histórica situ(i)ada
DOI:
https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.18670Palavras-chave:
cognição histórica situada, educação histórica, abordagens socioculturais, epistemocentrismo, consciência históricaResumo
O texto revisa criticamente a produção intelectual em torno do conceito de Cognição Histórica Situada, destacando a importância de compreender a aprendizagem de história como um fenômeno além de contextualizado e multidimensional, multidisciplinar. Ressalta as contribuições e a influência das correntes inglesas, francesas, alemãs e ibéricas nesta construção conceitual, com ênfase na cognição histórica epistemocentrada. Destaca ainda a relação entre cognição situada e abordagens socioculturais, posicionando-se a na ênfase de que o aprendizado envolve dimensões cognitiva, política, afetiva e moral, questionando a visão puramente cognitivista. O texto critica o sítio da cognição pela História, aponta a importância de integrar diferentes tradições teórico-metodológicas e reforça a necessidade de uma compreensão complexa e hibridizada da cognição histórica, capaz de articular consciência histórica, cultura, identidade e usos sociais do passado. Ao discutir tensões entre Didática da História, Educação Histórica e teorias da aprendizagem, o artigo evidencia disputas conceituais e defende uma abordagem de fronteira entre História e Educação.
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Copyright (c) 2026 Augusto Ridson de Araújo Miranda, Luis Fernando Cerri

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