Preprint / Versão 1

Tradução e adaptação transcultural da Escala Nijmegen de Consciência de Gênero na Medicina para o português brasileiro

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  • Vitoria Carolina Kollross Universidade Federal do Paraná image/svg+xml https://orcid.org/0009-0002-4862-1677
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  • Ursula Bueno do Prado Guirro Universidade Federal do Paraná image/svg+xml https://orcid.org/0000-0003-4879-3057
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    • Methodology
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DOI:

https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.16916

Palavras-chave:

Sexismo, Educação Médica, Comparação Transcultural, Inquéritos e Questionários, Identidade de Gênero

Resumo

A Escala Nijmegen de Consciência de Gênero na Medicina (N-GAMS) mensura a sensibilidade de gênero e as ideologias de papéis de gênero dirigidas a pacientes e a profissionais, mas não dispunha de versão em português brasileiro. Este estudo metodológico traduziu e adaptou o instrumento, avaliou a equivalência dos itens por comitê de especialistas e verificou a viabilidade de sua aplicação. O processo seguiu o protocolo de seis etapas de Beaton et al. e cumpriu as cinco iniciais: tradução, síntese, retrotradução, comitê de sete juízes e pré-teste; a apreciação pelos autores originais está prevista para após a validação. O pré-teste foi aplicado a estudantes do 7º semestre de medicina, com estimativa do alfa de Cronbach, da correlação item-total corrigida e dos efeitos de teto e de chão. Doze dos 32 itens receberam observações do comitê e cinco foram alterados. Responderam 20 dos 80 estudantes convidados, sem dados ausentes nem dificuldade de compreensão. As subescalas de sensibilidade de gênero (α = 0,811) e de ideologia dirigida a pacientes (α = 0,857) igualaram o instrumento original, enquanto a dirigida a profissionais ficou abaixo do limiar convencional (α = 0,677). Nove itens apresentaram correlação item-total inferior a 0,30, e sete deles já haviam sido descartados nas versões portuguesa e francesa. Orientados a avaliar a tradução, os juízes criticaram o conteúdo dos itens. A versão brasileira mostrou-se compreensível e aplicável. A coincidência entre os itens deficientes no Brasil e os descartados em outros países aponta uma limitação do próprio instrumento. A dificuldade dos juízes em separar a crítica ao conteúdo da avaliação da equivalência interessa a futuras adaptações de escalas de estereótipos.

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Enviado

15/07/2026

Postado

23/07/2026

Como Citar

Tradução e adaptação transcultural da Escala Nijmegen de Consciência de Gênero na Medicina para o português brasileiro. (2026). Em SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.16916

Série

Ciências da Saúde

Plaudit

Declaração de dados

  • Os dados de pesquisa estão contidos no próprio manuscrito