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A captura silenciosa - Captura de fecho, opacidade e os limites da teoria da governança criminal: uma hipótese a partir do caso brasileiro

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DOI:

https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.16824

Palavras-chave:

Governança criminal, Captura de fecho, Equivalência observacional, Process tracing, Infiltração institucional

Resumo

Este artigo analisa a governança criminal e as dinâmicas de erosão democrática sob uma nova perspectiva teórica: a hipótese da "captura de fecho" (closure capture). Argumenta-se que o crime organizado transita de uma atuação paralela ao Estado para uma estratégia de infiltração nas próprias instâncias terminais de controle jurídico, político e administrativo. Ao neutralizar as esferas de última palavra, a criminalidade não apenas garante impunidade, mas passa a instrumentalizar a força estatal para eliminar concorrentes mercantis e perseguir opositores. Metodologicamente, o trabalho adota o método de process tracing em caráter de teste de plausibilidade (plausibility probe), examinando evidências indiciárias de operações policiais recentes e inquéritos judiciais no Brasil. O estudo demonstra como essa modalidade de captura gera equivalência observacional com o funcionamento institucional regular, operando em um "ponto cego" de mensuração que desafia os indicadores tradicionais de state capture e integridade democrática. 

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Enviado

07/07/2026

Postado

07/08/2026

Como Citar

A captura silenciosa - Captura de fecho, opacidade e os limites da teoria da governança criminal: uma hipótese a partir do caso brasileiro. (2026). Em SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.16824

Série

Ciências Sociais Aplicadas

Plaudit

Declaração de dados

  • Os dados de pesquisa estão contidos no próprio manuscrito