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Educação científica na infância: o potencial pedagógico dos espaços não formais em práticas de professoras da educação infantil

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DOI:

https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.16264

Palavras-chave:

Educação Infantil., Ensino de Ciências., Espaços não-formais., Mediação docente., Formação de professores.

Resumo

Este artigo analisa concepções e práticas de professoras da Educação Infantil quanto ao uso de espaços não-formais de educação para o ensino de Ciências. A pesquisa, de natureza qualitativa, foi desenvolvida com 16 docentes de uma escola municipal de Educação Infantil no Espírito Santo, estruturando-se em três etapas: diagnóstico por meio de questionários, entrevistas semiestruturadas e elaboração de um livreto com propostas pedagógicas. Os resultados indicam que, apesar de enfrentarem desafios logísticos, como a ausência de transporte e o limitado apoio institucional, as docentes reconhecem os espaços não-formais como ambientes potentes para a promoção de experiências significativas em Educação Científica. Quando intencionalmente mediadas pelas professoras, as práticas pedagógicas nesses espaços favorecem o protagonismo infantil, a curiosidade e o desenvolvimento de habilidades investigativas desde os primeiros anos escolares. Conclui-se que a utilização pedagógica desses ambientes amplia as possibilidades de aprendizagem e aproxima as crianças do conhecimento científico, respeitando suas formas próprias de ser e interagir com o mundo.

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Postado

03/06/2026

Como Citar

Educação científica na infância: o potencial pedagógico dos espaços não formais em práticas de professoras da educação infantil. (2026). Em SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.16264

Série

Educação em Revista

Plaudit

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