Dois testamentos narrativos por uma sagesse da inocência: Montaigne e Nietzsche
DOI:
https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.16215Palavras-chave:
Nietzsche, Montaigne, arrependimento, autonarração, sabedoria, inocênciaResumo
Nesse artigo propomos uma leitura interpretativa acerca da sabedoria da inocência em duas autobiografias filosóficas: os Ensaios de Michel de Montaigne e Ecce Homo de Friedrich Nietzsche. Nos capítulos Do Arrependimento e em Por que sou tão inteligente os filósofos opõem-se às noções cristãs de culpa e remorso, oferecendo suas justificativas para uma defesa da inocência. Assim, mostraremos as aproximações e distanciamentos da sagesse da consciência racional contente consigo de Montaigne e da sagesse do cultivo dos impulsos inconscientes e necessários de Nietzsche.
Downloads
Enviado
Postado
Como Citar
Série
Copyright (c) 2026 Gabriela Marchiori

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Plaudit
Declaração de dados
-
Os dados de pesquisa estão contidos no próprio manuscrito


