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Camponeses e o neoextrativismo na Amazônia: conflitos e r-existências na produção familiar em defesa da vida nos territórios

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  • Isaac Fonseca Araújo Secretaria de Educação de Igarapé https://orcid.org/0000-0003-4675-3174
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  • Maria José da Silva Aquino Teisserenc Universidade Federal do Pará image/svg+xml https://orcid.org/0000-0002-1908-7463
    • Conceptualization
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DOI:

https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.15523

Palavras-chave:

disputas territoriais , neoextrativismo, produção familiar, formas de r-existência

Resumo

O artigo discute efeitos de dinâmicas territoriais promovidas pelo desenvolvimentismo neoextrativista na Amazônia brasileira, mais precisamente no Baixo Tocantins, nordeste paraense, evidenciando-se a complexidade e o potencial das resistências à ofensiva agroexportadora do biocombustível capitaneadas por segmentos de produtores familiares cujos modos de vida, ao contrário de um habitar colonial sob a forma de plantation, integram exigências de ordem social e ambiental. Na disputa com a agenda econômica da produção de bens primários para exportação evidenciou-se que comunidades e organizações, apesar da assimetria política, concebem formas de r-existência em defesa da vida, dos territórios e de sua dignidade, manifestadas em conflitos e tensionamentos observados empiricamente.

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Biografia do Autor

Isaac Fonseca Araújo, Secretaria de Educação de Igarapé

Doutor em Sociologia e Antropologia pela Universidade Federal do Pará. Professor Efetivo da Secretaria de Educação de Igarapé-Miri (SEMED/PMI–PA). Membro do Grupo de Estudos e Pesquisas “Ação Coletiva, Território e Ambiente” (ACTA-IFCH/UFPA). Trabalha com temas relacionados à ação local e coletiva, formas de r-existência camponesa, territórios e educação do campo. Publicou, entre outros textos, o livro: Território de Ação Local: uma experiência amazônica de vida associativa, pela editora CRV (Curitiba/PR), em 2018, e o artigo “A gente produz para comer, o excedente que a gente vende...”: rede(s) de agroecologia como ação pública territorial na Amazônia brasileira, pela REPOCS (Rev. Pós Ciênc. Soc., São Luís, v. 22, n. 1, p. 59-84, jan./abr. 2025). Está presidente da Academia Igarapemiriense de Letras (AIL, 2026-2028).

Maria José da Silva Aquino Teisserenc, Universidade Federal do Pará

Doutora em Ciências Humanas (Sociologia) pela UFRJ. Professora Titular do Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia (PPGSA) da Universidade Federal do Pará (UFPA), integra o Grupo de Estudos e Pesquisas “Ação Coletiva, Território e Ambiente” (ACTA - IFCH/UFPA), desenvolvendo pesquisa na área dos desafios coletivos socioambientais à gestão de territórios protegidos na Amazônia brasileira. Mais recentemente publicou com Pierre Teisserenc “Sociologia da Ação Pública Territorial”, ISBN-10: 658974503X ISBN-13: 9786589745037. Belém: Edufpa, 2024.

Postado

25/03/2026

Como Citar

Camponeses e o neoextrativismo na Amazônia: conflitos e r-existências na produção familiar em defesa da vida nos territórios. (2026). Em SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.15523

Série

Ciências Humanas

Plaudit

Declaração de dados

  • Os dados de pesquisa estão contidos no próprio manuscrito