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A Transição Inadiável: Do Colapso Antropocêntrico ao Paradigma Educacional Biocêntrico  no Contexto da Crise Climática

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DOI:

https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.15257

Palavras-chave:

Biocentrismo, Educação Ambiental, Paradigma Educacional, Crise Climática, Saúde Planetária, Complexidade

Resumo

A crise climática contemporânea pode ser interpretada não apenas como fenômeno

ambiental, mas como expressão de saturação de um paradigma epistemológico.

Este artigo defende a hipótese de que a permanência do paradigma antropocêntrico

na educação moderna constitui fator estruturante da crise ecológica global. Por meio

de pesquisa qualitativa de natureza teórico-conceitual, baseada em análise

hermenêutica interdisciplinar, reconstrói-se a evolução histórica das matrizes

epistemológicas — teocentrismo, antropocentrismo e biocentrismo — demonstrando

como o modelo educacional vigente reproduz a lógica da separação humano-

natureza. Argumenta-se que o biocentrismo, entendido como ontologia da

interdependência e da vida como valor intrínseco, oferece base estruturante para um

novo paradigma educacional capaz de responder à complexidade contemporânea.

Conclui-se que a transição educacional não é opcional, mas condição de

sustentabilidade civilizatória.

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Postado

09/03/2026

Como Citar

A Transição Inadiável: Do Colapso Antropocêntrico ao Paradigma Educacional Biocêntrico  no Contexto da Crise Climática. (2026). Em SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.15257

Série

Educação em Revista

Plaudit

Declaração de dados

  • Os dados de pesquisa estão contidos no próprio manuscrito